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sábado, 4 de outubro de 2014

"Guerreiros da Luz".


 


 

 
 

 

 
Nos dias atuais, encontramos em muita literatura desde esotérica a New Age, a expressão "Guerreiros da Luz". Também é atribuído este termo ás crianças Índigo, Cristal e ademais, configurando uma pessoa com atributos espirituais desenvolvidos e que está a encarnar para ajudar a Humanidade a evoluir.
Pessoas especiais tem encarnado ao longo dos tempos em todos os lugares do Mundo. Hoje, muitos dos seus nomes são recordados como também os seus ensinamentos e conhecimentos que permitiram a Humanidade evoluir.
São pessoas que trazem Luz sobre variadíssimas formas, mas cuja a sua missão é obrigar as civilizações a progredirem, a avançarem. Por isso sentimos sempre que todas as pessoas tem uma missão a cumprir na vida, o que não quer dizer que ela seja concretizada. Por exemplo, Allan Kardec teve como uma das maiores apoiantes que montou um centro de Espiritismo em Paris, uma das maiores prostitutas da época. Prostituta a qual, através da sua Alta Profissão, influenciou muitos homens de Poder a enveredarem no Espiritismo. O que quer dizer que o Destino se move de maneiras estranhas aos nossos pudicamente sociais olhos, que estão muito longe dos desígnios de Deus.
Por outro lado, um artista, ou um atleta pode realizar uma brilhante carreira de forma a atrair sobre si como modelo, as atenções das pessoas, para que estas se transformem. Este pode muito bem ser a missão da vida dele/dela.
Quer dizer que os Guerreiros da Luz não pegam somente em armas, eles podem ser a arma através das suas afirmações, convicções, formas de estar e influenciar quem os rodeia.
Um Guerreiro da Luz pode ser alguém com faculdades / Dons mediunicos que aprende a combater as forças escuras, embora também, muitos sejam enganados ou tentados a aliarem-se às forças escuras, enveredando pelos maus caminhos trilhando a involução, o que obrigará ao saldamento futuro das Dividas Karmicas (quanto mais santos, pior terão sido em vidas anteriores).
As Forças Escuras Recordemos que temos o Livre Arbítrio, a verdadeira fonte de todo o Mal. Com isto começo por dizer que todos os males do Mundo, é o homem que os cria por sua iniciativa, e como uma criança birrenta, descarta-se das responsabilidades criticando Deus, que deveria fazer alguma coisa, mas não é Deus que pratica o mal, é o homem. Deus depois responsabiliza o Homem através da Lei do retorno / Carma.
Então com o nosso Livre Arbítrio, temos a escolha entre evoluir ou involuir. O Mal existe como a alternativa, se não, não haveria evolução, então, Lucifer, Satanás, Belzebu estão a cumprir uma missão muito importante que é responsabilizar. Mas num universo ás direitas, a ordem imposta seria de respeitar e Bons e Maus cumpririam a Lei Karmica e outras Leis Divinas, o que acontece, mas, se os maus são maus, como muito maus que são, não obedecem muitas das vezes á ordem imposta e são estas as forças escuras com que temos de nos preocupar. Volto a repetir, os grandes Arcanjos caídos continuam a obedecer a Deus (mesmo sendo negativos), e não são eles que temos de temer ou insultar, e muito menos, culpabilizar por muitos dos infortúnios que somente foram da nossa responsabilidade, da exclusiva responsabilidade do nosso Livre Arbítrio. Eles estão lá a cumprir uma missão e continuam a obedecer a Deus. Como disse em sinal de respeito o Arcanjo Miguel pela autoridade reconhecida a Satanás na Bíblia: "Que Deus te repreenda" ou em outra tradução "Que seja o Senhor a Castigar-te!" (Judas 9)
As forças escuras são compostas pela ralé. Demónios que não obedecem a nada e se congregam para iludir, influenciar, tentar e enganar quem está disposto a cair nas suas tentações. As pessoas só são enganadas quando se deixam enganar - reflita nisto.
Estas forças são tão inúmeras e dispersas por não reconhecerem um líder. E precisam dos vivos para lhes sugar a Luz pois precisam de alimento espiritual e a escuridão está desprovida de qualquer Luz - que é a fonte da vida (espiritual e depois física). Se o mundo evolui, o homem passa a estar dotado de 3ª Visão e 3ª Audição, sensibilidade energética, Intuição entre outros novos sentidos para lá dos 5 sentidos físicos. E estes novos sentidos captam e vêem as forças escuras permitindo ao homem espiritualmente evoluído fazer lhes frente e derrotá-las, por isso elas impedem a evolução da Humanidade a todo o custo e a batalha não está decidida porque tem de se materializar aqui, no agora, no físico.
Há forças escuras que provém de outros lugares, trazendo com elas, forças estranhas com que facilmente aliciam os materialistas ambiciosos de poder a se venderem a estes "escravos", que na verdade, se tornam os verdadeiros Senhores que controlam pessoas atrozmente más. Querem travar a evolução a todo o custo e são estas os verdadeiros inimigos que os Guerreiros da Luz vem combater.
Origem dos Guerreiros da Luz Muitos Guerreiros da Luz são espíritos voluntários que há muito abandonaram o ciclo das reencarnações e evoluíram para Planos superiores de existência, progredindo sempre em direcção á grande Luz a que chamamos Deus, e de onde provimos (estamos aqui para aprender).
A esmagadora maioria são desencarnados que assumiram como Missão na presente vida, fazer neste momento crucial da existência da Terra, cumprir o plano Divino: fazer subir a sua vibração e estabelecer um novo ciclo, mais evoluído. No final da sua missão, se cumprida como a aceitaram, pode ser a sua ultima encarnação obrigatória ascendendo definitivamente ás Dimensões superiores, a novos Planos de existência.
Também existem espíritos que provém de outros pontos, mais evoluídos do que a Terra. Uns podem já cá estar há muito tempo enquanto outros estão a encarnar agora com o objetivo de ajudar decisivamente a evoluir o Planeta. Sempre que conhecer alguém muito bondoso, muito espiritual e com uma deficiência física, acredite que pode estar defronte de um espirito muito evoluído e perfeito que para encarnar, precisou de um defeito para poder existir neste mundo tão imperfeito.

Doenças

 

 
Nem todas as doenças são originadas por conflitos emocionais. Mas sim, na maioria. E é certo que solucionando-se o conflito emocional se pode conseguir a cura da doença?


Sim. Mas, para resolver o conflito, tem de haver na pessoa uma mudança muito profunda, porque se a pessoa persiste em manter-se agarrada aos seus ego-sentimentos e reprimir os seus sentimentos, atrás de uma enfermidade virá outra porque, mesmo quando certos conflitos tenham sido resolvidos, aparecerão outros que activarão os mesmos ego-sentimentos. Portanto, chegamos à raiz do problema: o que é realmente patogénico e causador da doença é o egoísmo e
as suas manifestações e o que é curativo e saudável é o amor e a sua
expressão. E isto nunca falha.


Mas por acaso, não nos acontece a todos em maior o menor grau?
Quero dizer, não acontecem a quase todos coisas na vida que nos
provocam desgostos de todo o tipo e que nos despertam raiva,
tristeza e agressividade? Porque eu identifico-me bastante com a
descrição que fizeste a respeito da repressão dos sentimentos e,
apesar disso, não tenho cancro.
Certo, e por isso quase todos adoeceis de vez em quando. Mas, para
que surja uma doença realmente grave, como o cancro, tem de
ocorrer que a pessoa fique emocionalmente “apanhada” pelo mal-estar emocional,
no sentido de que este se converta numa obsessão
permanente, que se deixe dominar pelos ego-sentimentos e persista
nesta atitude durante um tempo relativamente longo, até ao ponto
de perder o sono durante um período prolongado de tempo.
Deve,além disso, verificar-se que a pessoa reprima toda a forma de alívio e exteriorização desses ego-sentimentos.
Então, existe um tipo de personalidade propensa ao cancro?
Sim. A daquelas pessoas que se deixam arrastar pelos ego-sentimentos (raiva, ódio, tristeza, medo) e/ou as que se sentem reprimidas na percepção e/ou manifestação dos sentimentos.
Então devo chegar à conclusão de que a doença é um castigo por não fazer bem as coisas?


Um castigo, não. É uma consequência da dor emocional interior. É a própria pessoa quem o provoca e também quem pode remediá-lo,fazendo uma mudança em si mesmo, do egoísmo para o amor, da
repressão para a exteriorização da sua autêntica personalidade espiritual.
E que sentido faz que uma pessoa que está já tanto sofrendo ainda
lhe sobrevenha uma doença tão grave como essa? Por acaso não tinha já que chegasse?
Tem em conta que o mal-estar físico é consequência do mal-estar
interior. Neste caso, a enfermidade física actua como sinal de alarme
para que a pessoa se dê conta da enfermidade interior de que
padece, e a motive a mudar.~
Vicent Guillem- As Leis espirituais

EVOLUÇÃO-CAMINHO PARA A HUMILDADE

 

 
Poderias explicar o que é a soberba e que a caracteriza?

A soberba é a falta de humildade, um excesso do que chamais
incorrectamente “amor-próprio”. As duas disciplinas principais
pendentes de superação pelo espírito nesta etapa, são a falta de
humildade e o apego ou dificuldade em compartilhar o amor dos
seres amados. O soberbo julga-se muito seguro de si mesmo, que não
precisa dos outros, que é auto-suficiente para tudo. Ainda que
costumem estar dispostos a ajudar os outros, raramente pedem ajuda
para si próprios, mesmo que realmente precisem dela, porque o seu
defeito lhe faz crer que pedir ajuda é um sintoma de fraqueza. Por
isso, resguardam-se dos outros. Costumam ocultar as suas
necessidades, as suas debilidades, os seus defeitos, os seus
abatimentos de moral para que ninguém note como estão, para que
ninguém lhes pergunte, passa-se alguma coisa? Precisas de ajuda? E
se alguém se apercebe de alguma coisa,, põem-se nervosos, zangam-se,
porque lhes custa admitir que não são auto-suficientes. Ou seja,
manifestam-se neles a desconfiança, a ira e a arrogância. Ainda que
o soberbo seja menos susceptível que o orgulhoso e se sinta menos
ferido quando é tratado com ingratidão, quando é caluniado ou se
sente enganado, também desperta nele a ira e a arrogância nessas
situações, assim como naquelas que não consegue resolver de
acordo com os seus planos.

Por exemplo, quando recebe desprezo ou é enganado por alguém a
quem está a tentar compreender ou ajudar, isso provoca-lhe ira e
arrogância e pode dar respostas como "tu não sabes quem sou",
“como te atreves?" ou "quem te julgas para me falares assim?".

Esta dificuldade em aceitar a ingratidão e a calúnia por falta de
humildade, leva-o a classificar, a preconceber e a tratar os outros de
forma desigual. Se não é capaz de reconhecer o seu próprio defeito
e superá-lo, a desconfiança apodera-se dele na hora de acolher as
pessoas que se aproximam dele para lhe pedir ajuda. Os seus
preconceitos podem levá-lo a colocar objecções relativamente a
certas pessoas e a decidir não as ajudar na medida das suas
necessidades, mas sim em função da desconfiança, do medo ou
dúvidas que sente em relação a elas, não sendo justo nem equitativo.

Ainda que o soberbo se julgue auto-suficiente, a verdade é que necessita de amar e também de se sentir amado para ser feliz, como
todo a gente, por muito que lhe custe reconhecê-lo. Por isso, a sua
fachada de auto-suficiência desmorona-se quando se sente inseguro
nos sentimentos. Esse receio de perder o amor que julgava certo fá-lo
sentir desconfiança, tristeza, desespero e impotência. E isso acontece-lhe, porque ainda sofre de apego, tem dificuldade em compartilhar o
amor das pessoas que ama.
Bem, parece-me uma reacção bastante normal. Por acaso não nos
acontece a todos termos medo de perder o amor dos seres queridos?

Se tivesse chegado a experimentar o amor incondicional já não
sofreria de apego, nem teria receio de nada, porque saberia que o
amor autêntico não se perde nunca.

Vicent Guillem

O QUE É O MITICISMO?

Misticismo é uma filosofia que existe em muitas culturas diferentes e que se reveste de várias formas. Místico é todo aquele que concebe a não-separatividade entre o Universo e os seres. A Essência primordial da vida, ou Consciência Cósmica, ou Deus como costumamos chamar - ao contrário do que se pensa - não está nem nunca esteve separado de qualquer coisa. O místico é aquele que busca ou que já mantém um contato direto com a realidade, sem intermediários. O místico procura a presença do Ser Supremo e Real, ou do inefável e incognoscível em si mesmo, nas profundezas de seu ser, e dessa forma, pode perceber todas as coisas como sendo parte de uma infinita e essencial Unidade de tudo o que existe.Ao contrário de um outro sentido que o termo misticismo tomou, que o compara a tudo o que é irracional, anti-cientifico e supersticioso, isso nada tem a ver com o Misticismo.Antes que confudam essa idéia com Panteísmo, é preciso informar que os místicos jamais acreditaram que Deus se resume a todas as coisas, mas sim que eles, como seres que ja desenvolveram uma percepção divina, conseguem perceber a presença de Deus em tudo. E isso não significa que Deus esteja numa coisa, noutra coisa e ainda noutra coisa e seja o somatório de todas, e esse montante somado tem como resultado Deus. Não se trata disso.Nada do que existe no mundo manifesto está separado de Deus, o que não significa que as coisas que encontramos no mundo manifesto sejam Deus. Elas estão ligadas a Deus, de modo que são espelhos que podem refletir a eternidade e a infinitude da perfeição Divina.Tudo é um espelho o qual pode refletir a perfeição.Os místicos percebem que não estão separados de Deus, assim como meu dedo não está separado de minha mão.Uma caracterização bem aceita da experiência mística é a de William James. Ressaltamos dois aspectos: a experiência mística é inefável, e portanto, incomunicável e é noética e, portanto, dificilmente aumenta o conhecimento teórico do místico. A elas Luis Dupré acrescenta o seu caráter integrador de oposições numa realidade superior.Mística distingue-se da Religião por referir-se à experiência direta, pessoal, da divindade, do transcendente, sem a necessidade de dogmas ou de uma Teologia, ou de qualquer sistema de pensamento.Resumindo isso, podemos pegar o exemplo de Jesus que disse:“Eu e o Pai somos Um.”Jesus não quis dizer que era Deus, mas que sua identidade com Deus havia chegado num estágio tão avançado, que ele já não se via mais separado deste, de modo que ele sentia a presença de Deus em si mesmo.Ou seja, ele refletia a Deus, tal como um espelho reflete o sol.A Experiência Mística“Finalmente, aconteceu. O pensamento se apaga como uma vela soprada. O intelecto se retira para seu devido lugar, ou seja, a consciência trabalha sem ser prejudicada pelos pensamentos. [...] O eu ainda existe, mas é um eu modificado, radiante. Devido a alguma coisa muito superior à pessoa sem importância que eu era, um ser mais profundo e mais divino brota de minha consciência e transforma-se em mim. [...] Sinto que eu mesmo estou além dos limites da consciência do mundo. O planeta que desde tanto tempo e até agora sempre me acolheu, desaparece. Estou no meio de um fulgurante oceano de luz. [...] E então eu sinto, muito mais do que penso. É o material primitivo do qual os mundos são criados, o estado primeiro da matéria que se prolonga através do indescritível espaço infinito, incrivelmente vivo.” (PAUL BRUNTON).“Voltei para a sala, e estava para me dirigir à minha poltrona quando todo o cenário mudou. Um espaço imenso se abriu e o solo deu a impressão de desabar num abismo… Enquanto eu olhava para os lados, para cima e para baixo, o universo inteiro, com a multiplicidade dos objetos dos sentidos, agora parecia bastante diferente: o que antes era asqueroso, junto com a ignorância e as paixões, era agora visto como sendo nada mais que o fluxo de minha própria natureza mais intima, que em si mesma, continuava brilhante, verdadeira e transparente.” (D. T. SUZUKI).Jesus, no evangelho apócrifo de Tomé diz o seguinte:“Eu sou a Luz que está acima de todos eles, Eu sou o Todo, o Todo veio de mim e o Todo chegou a mim. Racha um pedaço de pau, Eu estou ali; ergue a pedra e ali Me encontrarás.”Esta é a definição de misticismo do dicionário Webster’s:“A doutrina ou crença de que uma absorção espiritual direta da verdade ou a união com Deus pode ser obtida pela contemplação ou visão de caminhos inacessíveis ao senso ou à razão.”O misticismo é mais que uma filosofia, mais que uma religião e mais que uma ciência. É uma saber puro e natural, que brotou de uma via direta e experiência, que visa, dentre outras coisas, atingir uma absorção interna e transcendente do ser com o absoluto, ou a realidade.Essa realidade não tem opostos. Ela é livre de pólos. Ela não se encontra apenas fora do Universo, e tampouco se encontra apenas dentro do Universo.A experiência mística ocorre quando o ser se identifica com o absoluto, com o Todo. Quando o ser percebe que a sua própria natureza se confunde com a natureza do Universo, a ponto de emergir uma percepção precisa e inquestionável sobre a presença de todo o Universo nele e dele em todo o Universo.De modo que os místicos de todos os tempos sempre afirmaram que:“Tudo é Um e Um é tudo.”Ou como está expresso no Caibalion:“O Todo está em tudo assim como tudo está no Todo”O Ser seria um microcosmos do macrocosmos.A experiência mística em hipótese alguma se opõem a razão. Muito diferente disto, ela inclui a razão e ainda a transcende. Ou seja, a razão está presente na experiência mística, porém a percepção do infinito vai além da razão, dos sentidos, da experiência sensorial e objetiva. Por este motivo, o místico não é irracional, anti-cientifico, mas sim transracional e transcientifico. Ou seja, ele ja experimentou a razão, tomou consciência dos limites do intelecto e dos sentidos objetivos e pôde, assim, ir além deles.

Sobre o Uso de “Poderes Psíquicos”... várias respostas bem ilucidativas

Sobre o Uso de “Poderes Psíquicos”
O Que Buddha, o Novo Testamento e H.P.B. Dizem a Respeito
 
Bom senso é hoje uma virtude relativamente rara. A todo momento encontramos pessoas entusiasmadas e iludidas com poderes psíquicos, clarividência, canalização e todo tipo de manipulação desastrada de energias sutis para fins pessoais.
Mas também é possível encontrar pessoas que buscam ardentemente a vivência da ética; que estão interessadas em aprender a arte de viver corretamente; e que buscam com inteligência plantar o bem, antes de colher o bem.
Diz a tradição que, muitos milhares de anos atrás, o desgraçado final da civilização de Atlântida esteve associado, precisamente, ao uso egoísta e irresponsável de poderes psíquicos.
Na história do movimento teosófico ― cujo estudo é fonte de grandes lições práticas ― vemos um exemplo claro e útil desse princípio geral. Tão logo H. P. Blavatsky morreu, Annie Besant voltou-se contra os ensinamentos originais e deixou de lado a linha de ação de H.P.B. A partir de então, não faltaram desastres éticos. Ao examinar os fatos históricos, o estudante vê que os absurdos e escândalos provocados na primeira metade do século vinte por Annie Besant e Charles Leadbeater estão diretamente associados ao uso e abuso da falsa clarividência.
Por outro lado, no seu livro “Ísis Sem Véu”, H. P. Blavatsky ensina o caminho da renúncia e da simplicidade.

Segundo H. P. B., certo dia o rei Prasenagit ― amigo e protetor de Buddha ― sugeriu ao Mestre que fizesse milagres, isto é, que usasse seus “poderes psíquicos” ou siddhis. Buddha respondeu:
“Grande Rei, eu não ensino a lei para meus alunos dizendo a eles: ‘vão, vocês, santos, e diante dos olhos dos brâmanes e chefes de família realizem, através dos seus poderes sobrenaturais, milagres maiores do que qualquer homem é capaz de realizar’. Eu digo a eles, quando lhes ensino a lei: ‘Vivam, vocês, santos, ocultando suas boas obras e mostrando os seus defeitos’.” [1]
Em 1895, apenas quatro anos depois da morte de H.P.B., William Q. Judge pareceu referir-se a essa mesma passagem de “Ísis Sem Véu” quando antecipou os perigos que deveriam ser enfrentados ― e os erros que seriam cometidos ― pelo movimento teosófico. 
 
Judge escreveu:
“Nós já entramos no obscuro começo de uma nova era. Esta é a era do ocultismo ocidental, e a era de um enfoque e uma exposição especiais e definidos de teorias até aqui consideradas em termos gerais. Temos de fazer como Buddha dizia a seus discípulos: pregar, promulgar, expor, ilustrar, e deixar claras em detalhes todas as coisas grandes que nós aprendemos. Esse é o nosso trabalho, e não a produção de coisas surpreendentes sobre clarividência e outras questões astrais, nem o ofuscamento da visão dos cientistas através de descobertas impossíveis para eles mas fáceis para o ocultista. O plano dos Mestres não se alterou. O plano é tornar o mundo em geral um pouco melhor, preparar o solo para o crescimento dos poderes da alma, que são perigosos quando surgem em nosso solo atualmente egoísta. Não é a Loja Negra que tenta frear o desenvolvimento psíquico; é a Loja Branca. A Loja Negra gostaria muito de ter todos os poderes psíquicos plenamente desenvolvidos agora, porque, através das pessoas maldosas, mesquinhas, hipócritas e interessadas em dinheiro, tais poderes arruinariam a raça humana em pouco tempo. Esta idéia pode parecer estranha, mas para aqueles que acreditariam em minha palavra sem comprovação, eu diria que isto é o que diz o Mestre.” [2]
Judge não está exagerando. É interessante lembrar o que o Novo Testamento ensina em sua narrativa simbólica sobre as tentações de Jesus no deserto. Em Mateus, 4: 3, o “tentador” aproxima-se de Jesus e sugere que ele faça algo que é proibido a todo verdadeiro Peregrino: usar poderes psíquicos com o objetivo de obter bem-estar para si mesmo. Diz o “tentador” a Jesus, o Iniciado:
“Se és filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.”
Em sua resposta, Jesus ensina que, para um verdadeiro aprendiz, não há nada mais importante que a voz da Consciência presente em seu próprio interior:
“Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.”
A lição é clara: o uso de “poderes” para fins pessoais é fonte de grave ilusão e sofrimento. Uma conclusão prática desta lição é que tanto os movimentos esotéricos ― coletivamente ― como os aprendizes da sabedoria universal, individualmente, devem aprender com os erros do passado para não repeti-los. No século 21, é possível libertar-nos das estruturas de poder construídas com base em tais erros e abusos, e seguir assim o caminho da motivação altruísta com independência e com responsabilidade própria. Esse é o caminho da verdadeira felicidade interior ― o caminho pelo qual se obtém “o tesouro que está nos céus”.
O resto, diz a tradição, “nos será dado por acréscimo”: mas não nos será dado no momento ou da forma em que possamos esperar. Daí a importância de não pensar nos frutos pessoais das nossas boas ações. A justiça descerá sobre nós como o orvalho da manhã, quando o bom carma estiver maduro. Ninguém pode apressar ou retardar o nascimento de um novo dia. O peregrino que possui discernimento trabalha desde as primeiras horas da madrugada, sabendo com certeza que o novo dia virá para iluminar e recompensar, no momento certo, as suas verdadeiras intenções e também os seus atos todos.

Carlos Cardoso Aveline

A morte psicológica



    Andando por ai você já se deparou com pessoas que parecem estar mortas.
A morte psicológica é um dos assuntos que devia ser estudado por todos, independente do que acredite ou pelo que caminho que siga.
Lembrando que a morte no sentido esotérico não representa só o lado "ruim" dela da qual estamos acostumados a ver e temer, mas sim o sentido de renovação, transformação e novos ciclos e o conceito da morte psicológica segue essa mesma ideia , como por exemplo a Fênix que morre quando está velha e doente e renasce nova e forte.
No decorrer da nossa vida acumulamos muitas coisas no nossa mente e nem todas são boas, e nem tudo é visível, muitas coisas ficam no fundo da nossa mente e outros ficam disfarçadas e em parte elas formam nosso caráter, nosso jeito de ser.
Esse acumulo de pensamentos que são inúteis traz todo tipo problema, alguns só ocupam espaço, mas outros podem se tornar doenças tanto físicas quanto psicológicas, um exemplo de doença psicológica é o famoso T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo), popularmente conhecido como doença das manias.
O câncer também está na lista de doenças físicas relacionados a pensamentos ruins, por exemplo ódio e rancor, sentimentos que muitos dizem que podem ser acúmulos de vidas passadas e se manifestam dessa forma no nosso corpo, como uma doença que as vezes cresce e se espalha.
O nome "Morte Psicológica" se refere a uma morte de nos mesmos, pois nosso eu psicológico é formado por tudo, tanto lado ruim quanto bom, quando você elimina uma parte do seu psicológico seja ela ruim ou boa, você já é outra pessoa.
Raiva, Medo, Traumas, Magoas, Vícios, eliminar isso e outras coisas mais fazem parte da morte psicológica.
Até esse ponto tudo isso pode parecer fácil, mas não é, remover algumas coisas dentro de nós pode ser complicado, por exemplo imagine a dificuldade que tem um filho para perdoar o mãe que o abandonou?
Esse tipo de pensamento é muito difícil remover, mais é essencial que ele seja eliminado.
Todas as pessoas que passam pela morte psicológica se sentem bem, como se estivessem mais leves, mais dispostas, ela se torna feliz e até menos vulnerável a doenças.


Isso pode ocorrer aos poucos, minha dica é observar os pensamentos, e ir procurando não pensar em coisas que não são boas, pensamentos que julguem outras pessoas e por ai vai.
Também procurar ver o lado bom das coisas e pessoas, pois não sei se eu disse aqui, mas criticar é um vicio e quando mais fazemos melhor ficamos.
A nossa mente é como um salão, então é bom sempre organizar e jogar fora o que não presta, para não acumular porcaria para que tenhamos espaço e possamos locomover do modo que quisermos.
Procurando deixar lá coisas que são apenas coisas, que úteis trabalhem nosso desenvolvimento.
Espero que tenha transmitido o assunto de forma que ao menos você entenda um pouco, a dica passada é boa, só exige trabalho, existem outras formas de se livrar desses pensamentos porém acredito que se você estiver capacitado você vai encontra-las no seu caminho.
Um texto de Yuri


Consciência moral como experiência religiosa

 

A consciência moral, entendida como um fenômeno próprio do homem. A consciência moral, ou melhor, a voz da transcendência, guia o homem em suas respostas às perguntas que a vida lhe faz através de situações concretas. No momento em que responde, o homem pode elaborar a vivência de diálogo com a consciência moral, podendo atribuir a este diálogo uma característica de experiência religiosa.

Considerando psicologicamente, o homem religioso é aquele que, ao atender ao falado, experimenta a vivência de alguém que lhe fala, sendo portanto, por assim dizer, homem de ouvido mais agudo que o homem não religioso: no colóquio com sua consciência - essa conversação mais íntima que se dá a sós consigo mesmo - o seu Deus é o interlocutor que o acompanha. (Frankl, 1989a, p. 97)

O homem religioso é capaz de assumir a sua vida como uma missão a ser cumprida, experienciando a instância de onde a missão lhe vem, e como busca do encontro com esta instância. A vida deixa transparecer nestes homens a presença daquele que lhes confere a missão. Este é o homo religiosus, o homem que foi capaz - segundo Frankl - de completar a dinâmica ontológica. Nele, ser responsável e ser consciente se dão simultaneamente.

A experiência religiosa, assim caracterizada, é tão importante no caminho da busca do sentido da vida, que Frankl chega a afirmar que o homem irreligioso não foi capaz de dar este último passo - o da experiência religiosa - escolhendo ficar no meio deste caminho. Caminhando rumo ao sentido, o homem irreligioso parou antes do tempo, pois não foi capaz de perguntar para além de sua consciência (Frankl, 1993).

A experiência religiosa, portanto, está inserida na caminhada para uma vida plena de sentido, na qual o homem explora a força de sua dimensão espiritual, permitindo-se ser conduzido por Tu, advertido na dinâmica da própria consciência.

Eis então a relação: porque busca (dimensão espiritual), deixa-se conduzir (dimensão religiosa).

Achilles Gonçalves Coelho Júnior
Miguel Mahfoud

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A última mensagem Medjugorje - Mensagem de 2 de Outubro de 2014

"Queridos filhos!
Também hoje os convido a aproximar-se do meu coração. Somente assim compreenderão o dom de minha presença aqui entre vocês. Desejo, filhinhos, conduzi-los ao coração de meu Filho Jesus. Mas vocês resistem e não querem abrir seus corações à oração. Convido-os novamente, filhinhos, não sejam surdos, mas sim compreendam meu chamado, que é salvação para vocês. Obrigada por terem respondido ao meu chamado!"


MEDJUGORJE PORTUGAL - As mensagens de Nossa Senhora, em português

www.medjugorje.pt

MENSAGEM de 03/10 para ti

Já pensaste que nunca te sentes feliz?!
Olha para toda a tua vida e vê como arrastas contigo sempre a infelicidade, estás sempre a queixar-te de tudo, ultrapassas um e outro problema e nada te faz feliz ! Habituas-te a viver na dor, é o teu refugio preferido! Tu tens as mesmas oportunidades que os outros, só que tu és tão egoísta, achas que a tua dor é a maior, dás-lhe tanta importância que não vês mais nenhuma razão para viver!!!
Pensa bem, em tudo o que já tiveste e não valorizaste, enquanto é tempo! Agradece por tudo e pensa na aprendizagem boa, que todas as situações te trouxeram e deixa de ser negativa. Olha o mundo com os olhos do coração e verás o quanto já desperdiçaste na tua vida, quanto mal fizeste a todos os que vivem e viveram contigo, eles só queriam te ver sorrir para serem um pouco mais felizes do teu lado!
Pára de querer que tenham pena de ti, esse é o pior sentimento que alguém pode ter por outro, liberta as pessoas desse teu egoísmo, e por um dia experimenta ser positiva e vê a felicidade que dás aos que vivem contigo ao verem-te sorrir, repara nas coisas mais simples e sorri...
Fica em paz, sê feliz e faz felizes os outros, eles precisam do teu amor. Ama-te como gostarias de ser amada.
Deus ama-te e isso seria o suficiente para te sentires feliz!

escrita por Marília Masgalos

A pior rejeição é a dos pais



 Um dos piores sentimentos que o ser humano pode experimentar é a rejeição. Não há como avaliar entre o mais ou o menos dolorido processo de rejeição, seja na escola, na rua, nos grupos, na hora de ser escolhido para um trabalho, em casa, pelos pais,irmãos ou até quando você rejeita você mesmo, baseado em preconceitos. Já se sabe que o trauma mais dolorido e difícil de tratar é aquele que é continuo e demorado. Então, é na família onde todo o desequilíbrio tem origem porque a maioria das pessoas está dividida entre os que ficaram ou não com suas famílias até os 18 anos, pelo menos. A vida parece ser uma carga pesada para aquelas pessoas que não tiveram pais fixos, por alguma razão, isto é, foram criadas em diferentes casas ou por pessoas diferentes que não eram os seus pais, ou ainda aqueles que nunca tiveram uma família e foram criadas em orfanatos. Muitos sequer têm força para lutar por uma vida sadia porque não tiveram a auto-estima construida por um carinho, um abraço, um elogio, uma demonstração de pertencer a alguém no sentido afetivo, não naquele equivocado onde pessoas se juntam e acham que não propriedades — inclusive pais que pensam que seus filhos são propriedade, como cavalos que se escolhe para o transporte de carga. É muito comum uma mãe reclamar que tal filho não pára em casa porque ela é incapaz de perceber que quando o filho não pára em casa pode ser o que lhe falta ele não acha em casa: aceitação – que é definida basicamente pelo nível de afeto expressado e o ser humano precisa de afeto para ser equilibrado durante toda a vida.Uma senhora teve quatro filhos, todos homens. O mais velho era o favorito e ela não escondia. Todos os planos eram traçados para a vida dele até na mesa da cozinha, onde todos se reuniam para o café da manhã. Quando um dos outros perguntava alguma coisa ela mandava ele se calar e tomar o café porque entendia que aquilo era uma interrupção no assunto principal da mesa: o filho mais velho! Quando um dos meninos brigava na rua ou na escola e a mãe recebia uma queixa, poderia se preparar para uma boa surra, daquelas que a mãe bate e dá sermão moralista ao mesmo tempo, fazendo a criança se sentir o pior ser do mundo. Quando o filho mais velho aprontava qualquer coisa, tanto na escola como na rua e a mãe recebia uma queixa, ela dizia que iria tomar as providências quando chegasse em casa mas na verdade ela abraçava o filho e dizia: macho é assim mesmo meu filho! Aos poucos a vizinhança já não mais reclamava para não perder a amizade daquela mulher. O filho virou o terror da vizinhança e se envolveu em gangues. Quando a família começou a receber queixa dos pais e não mais da mães, o meu personagem não pensou duas vezes: convenceu o marido e a família mudou de bairro mas o filhinho querido não deixou de ser privilegiado e os demais nunca deixaram de ser “os outros”, em tudo, na vida. A mãe ficava deprimida quando o filho passava tempos sem vir em casa…A mãe nunca se submeteu a uma terapia e a história veio através de um dos “outros”, Matheus, o mais novo. Cheio de problemas com todas as namoradas, o meu cliente não tinha a menor idéia de onde estava a chave do seu “problema com mulheres”. Quando solicitado a fornecer maiores detalhes sobre a vida atual do seu irmão preferido da mãe, a resposta não poderia ser outra: nenhuma mulher presta. A minha mãe faz ele bricar com todas as mulheres. Ele já casou e já se separou. Nesta família de quatro homens, nenhum tem uma história feliz de relacionamentos afetivos. Aprofundada a investigação da vida afetiva da mãe antes de casar, a avó confidenciou que o pai não tinha sido o amor da vida da mãe e sim a “escolha” da família. Também chegou à conclusão que o irmão, preferido da mãe, era o mais parecido com o seu avô paterno, falecido, que tinha eleito a sua mãe como a preferida, entre os demais irmãos dela, ao ponto de escolher o homem que casou com a sua mãe. Não se sabe se a mãe chegou a gostar de algúem da sua própria escolha. Essa história de pai escolher namorado ou marido das filhas tem a ver com a sua própria imagem emocional conturbada, presa em alguma fantasia não realizada e doentia, embora comum em culturas fechadas como a indiana e dos países muçulmanos, embora fosse uma prática em pequenas províncias do Nordeste. É diferente daquela situação em que a família se preocupa, e tem que se procupar, com quem a filha vai casar ou está namorando ou “ficando” e até com as amizades comuns, sem neuroses. Nestes casos, há fatos reais, por exemplo: se o rapaz é de uma família equilibrada, se ele é equilibrado, se não tem vícios, se tem um projeto de vida baseado em estudo, profissão, carreira etc. Isso é importante porque ninguém conserta ninguém com uma barriga ou com um casamento forçado. A rejeição pura e simplestemente, porque “eu não gosto daquele cara”, pode ter um fundo emocional, não resolvido, escondido na sombra de quem rejeita. Falamos aqui mais de filha porque tradicionalmente as famílias não se preocupam com quem o filho vai casar, e a maioria dos casos de briga de mãe com namorada do filho é puramente desequilibrio emocional da mãe. É lamentável que a sociedade tenha esse preconceito de não se preocupar, em termos genéricos e sadios, com quem o filho está ficando, namorando e vai casar, especialmente porque o homem demora muito mais a amadurecer que a mulher e pode simplesmente não escolher mas ser escolhido, por várias razões, inclusive o forçamento de barra através da gravidez não desejada nem planejada a dois. A maioria dos pais peca nesse aspecto e o pai especialmente é relapso com o filho porque ele acha e foi educado a achar que ser homem é tudo. O Ministro Gilberto Gil diz, em uma de suas canções: “quem dera, pudesse todo homem compreender, oh mãe, quem dera…”.A rejeição da mãe de Matheus teve efeitos perversos em todos os aspectos da sua vida. Fez o primeiro e o segundo graus com dificuldade e sempre esteve entre os piores da sala. Sofreu de asma entre 11 e 16 anos, e quando o clima esfria demais ele ainda tem problemas respiratórios. Nunca quiz fazer um concurso público porque “sei que nunca vou passar”. Não tentou vestibular pela mesma razão. Mesmo para pagar suas contas em banco ele deixa quem quizer entrar na sua frente na fila. Lembra que sua mãe usava sempre a seguinte frase quando ele aprontava alguma coisa: “não sei a quem esse menino puxou”. Traduzindo: você não tem nada a ver comigo! Sofre de ejaculação precoce e nos últimos dois anos tem fumado maconha, o que agrava ainda mais seus problemas respiratórios-físico-emocionais, pela supressão neuronal que a maconha proporciona. Asma tem a ver com problemas emocionais não resolvidos. É lento em tudo, não consegue ler um livro até o final e acima de tudo é extremamente pessimista. No emprego, é aquele que faz o trabalho de todo mundo e naturalmente o chefe faz dele o que quer. Confessa que quando quatro rapazes de Brasilia, filhos de gente rica, botaram álcool e atearam fogo em um índio que dormia em um ponto de ônibus ele achou “legal” e nem ficou “com pena do índio miserável” que morreu. Quando perguntei sobre política, Matheus disse que só participava das manifestações políticas pela farra e pela baderna, não importava quem estava organizando porque “no meio do povão, eu consigo gritar”. O que mais impressiona em Matheus é a sua vontade de “sair disso”, não muito comum nas pessoas com quadro emocional semelhante e ainda mais vivendo sozinho em uma cidade grande. A rejeição boicota a auto-estima, a capacidade de lutar, de ver como uma pessoa cheia de capacidades. É um veneno que as vezes vem pelas mãos que supostamente deveria estar revestidas do mais puro amor, incondicional, de pai, de mãe e de irmãos.

(*) José Joacir dos Santos é psicanalista, psicossomatista e mestre em Medicina Oriental

REJEIÇÃO


 


Jesus sabe o que é a dor da rejeição. A Bíblia diz em Lucas 13:34 “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste!”


Jesus foi desprezado e rejeitado pelos homens - Ele sabe o que é. A Bíblia diz em Isaías 53:3 “Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.”

Nós rejeitamos a Deus quando recusamos a Sua oferta de salvação. A Bíblia diz em Mateus 21:42 “Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular; pelo Senhor foi feito isso, e é maravilhoso aos nossos olhos?”
Qualquer pessoa que rejeita a Deus é um tolo. A Bíblia diz em Salmos 14:1 “Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem.”





A rejeição só poderá machucá-la se você aceitar que não é digna de aprovação.

Não importa que seu pai ou quem quer que seja não te aceite, antes de sentir-se desvalorizada deveria parar para analisar os motivos nefastos de quem te renega.

Mas, vamos lá: quais são os motivos que te deixam tão triste por ser rejeitada? Por acaso essa pessoa que te despreza é algum exemplo de moral, bondade ou inteligência? Creio que não. E sabe por quê? Ora, porque todo aquele que rejeita o outro, e faz disso um meio de machucar, na verdade está querendo castigá-lo por não se deixar dominar e corromper.

Talvez o seu grande defeito seja o de sentir-se culpada por não atender às expectativas dos outros, principalmente daqueles a quem ama tanto, por isso sofre.

Então, por saber que você sofre, estas mesmas pessoas usam a rejeição como uma maneira de conseguir o que querem, pois sabem das vantagens do seu medo de não ser aceita.


Para resumir o mecanismo de quem te rejeita é sempre bom levar em conta uma regra básica:

Quem te ama não te expulsa de sua vida!

 

Convocação de Jesus


... Nós fomos chamados por Jesus para tornar o mundo melhor.
Não foi por acaso que na hora última a voz do Divino Pastor chegou até nós.
Não nos encontramos no mundo assinalados apenas pelos delitos e os erros pretéritos,
somos os Servos do Senhor em processo de aperfeiçoamento para melhor servi-lo.
Nem a jactância dos presunçosos, nem a subestima dos que preferem a acomodação.
Servir, meus filhos, com a instrumentalidade de que disponhamos é o nosso dever.
Observamos que a seara cresce, mas os trabalhadores não se multiplicam geometricamente como seria de desejar,
porque estamos aferrados aos hábitos doentios,
que no momento da evolução antropológica, serviram-nos de base para a transformação do instinto em emoção edificante .
A maneira mais segura de preservar os valores do Evangelho de Jesus em nós é através da vinculação mental com o Nosso Condutor.
Saiamos da acomodação justificada de maneira incorreta para a ação. Abandonemos as reações perturbadoras e aprendamos as ações edificantes.
Sempre dizemos que necessitamos de Jesus, sem cuja Misericórdia estaríamos como náufragos perdidos na grande travessia da evolução, mas tenhamos em mente que Jesus necessita de nós, porque enquanto falamos a Ele pela oração Ele nos responde pela inspiração.
Ele age pelos nossos sentimentos através das nossas mãos.
Sejam as mãos que ajudam, abençoadas em grau mais expressivo do que os lábios que murmuram preces contemplativas.
A nossa postura no mundo neste momento é de misericórdia.

Que nos importem os comentários deprimentes a nosso respeito, se valorizamos o mundo, respeitando os seus cânones e paradigmas?
Não nos preocupemos com que o mundo pensa e fala de nós através de outros corações.
No belo ensinamento de Jesus na casa de Lázaro, enquanto Maria o ouve e Marta se afadiga temos uma lição extraordinária, não é necessário ficar numa contemplação de natureza egoística, mas é necessário aprender para poder servir.
A atitude de Marta é ansiosa, era a preocupação com o exterior.
A atitude de Maria era iluminativa, a que parte dos tesouros sublimes da coragem e do amor, através da sabedoria, para poder melhor servir.
O serviço é o nosso campo de iluminação.
Nós outros, os companheiros da Vida Espiritual, acompanhamos as lágrimas que são vertidas pelos sentimentos de todos aqueles que nos suplicam ajuda e, interferimos com a nossa pequenez, junto ao Mestre Incomparável para que Ele leve ao Pai as nossas necessidades, mas bendigamos a dor sem qualquer laivo masoquista; agradeçamos a dor que nos desperta para a Verdade, e que nos dilui as ilusões;
que faz naufragar as aventuras de consequências graves antes que aconteçam.
Estamos portanto convocados para a construção da Sociedade Nova, na qual o bem pairará soberano,
como já ocorre, acima de todas e quaisquer vicissitudes.
Filhos da Alma, tende bom ânimo. Não recalcitreis contra o aguilhão nem
vos permitais a deserção lamentável ou a parada perturbadora na escalada difícil da sublimação.
Jesus espera-nos, avancemos!
Suplicando a Ele, o Amigo Incomparável de todos nós, envolvemos os afetuosos corações em dúlcidas vibrações de paz.
Na condição de servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra  
Muita paz
(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

JESUS CRISTO-Palestra do Guia Pathwork nº 19

Não é preciso haver uma divisão entre judaísmo e cristianismo. Essa nunca foi a intenção de Deus e do mundo espiritual. Se isso aconteceu, o erro foi do homem. Vocês inventaram esses nomes e rótulos e dão a eles um sentido especial. Para nós, judaísmo e cristianismo, e isso e aquilo, não significam nada. Quando Cristo nasceu como Jesus naquela época específica, entre pessoas específicas, havia boas razões para que fosse assim, e a intenção era que uma só e a mesma verdade de expandisse, crescesse, e que nunca houvesse essa divisão. A divisão é o caos; a divisão é a natureza da queda dos anjos, ou o resultado da queda, com todas as suas tormentas e ódio. A divisão é a separação de Deus, e essa tragédia inicial, que ocorreu muito antes de a terra existir, está-se repetindo muitas vezes ao longo do tempo, mas um dia essa doença será curada para sempre. A união com Deus, a meta e o objetivo, é o contrário de divisão e separação. E se essa divisão entre judaísmo e cristianismo ocorreu após a vida de Jesus, foi por culpa do homem, nasceu da mesma raiz ruim da divisão inicial. Deveria haver unidade entre judaísmo e cristianismo, não importa como vocês chamem, completude, integração. Portanto, como Cristo representa uma parte tão importante do retorno de vocês a Deus e, assim, merece a sua gratidão pessoal, algum contato com Ele – pois Ele é de fato o melhor amigo que vocês poderiam ter, seu mais forte ajudante – vocês não conseguirão atingir Deus sem Ele, no cômputo final. A esse respeito, a resposta à questão, se vocês só podem alcançar Deus através dele, é sim. A constante negação desses fatos implicaria uma teimosia no coração de vocês que é um sintoma de imperfeição, e enquanto alguma imperfeição estiver viva em vocês, não será possível a união com Deus.


 
 
 
. Metade do mundo, talvez até mais que a metade, não é cristã. Algum dia eles vão aceitar Cristo?
 
RESPOSTA: Bem, na realidade eu já respondi isso na palestra. Veja, eu disse que todo ser pode encontrar a perfeição, a perfeição pessoal, através de qualquer religião. Naturalmente, há pessoas que mantêm uma religião, ou porque ela satisfaz a consciência superficial e, assim, dá a sensação do dever cumprido, mas na realidade são pessoas espiritualmente acomodadas, ou porque elas não pensam com nenhuma independência, não passam de ovelhas de um rebanho. Não vou discutir essas pessoas agora; elas podem ser encontradas em qualquer fé, cristã ou não. Mas se uma pessoa deseja seriamente a verdade e o desenvolvimento, mas não dá vazão inteiramente ao eu superior, deixando o eu inferior influenciar os esforços do eu superior, ela pode fazer as coisas pela metade. Ou seja, de certa forma ela é espiritualmente ativa, por exemplo ao seguir determinadas normas de sua fé, ao meditar sobre belas coisas abstratas, o que faz com que ela se eleve um pouco. Mas ela não faz a coisa mais importante necessária para o verdadeiro crescimento espiritual, que é a purificação! Não importa qual seja a fé, se a pessoa não faz isso, esse trabalho fica para uma encarnação futura. No entanto, a pessoa que faz isso, independentemente de sua fé, acaba atingindo um estado de consciência no qual finalmente se abre para a verdade em todos os aspectos. Se uma pessoa morre como budista, por exemplo, e teve pouca ou nenhuma oportunidade de ouvir falar da verdade de Cristo, mas se essa pessoa não tiver fugido de si mesma, tiver passado por esse processo de arrancar todas as máscaras e revelar todas as falsas motivações, ela estará aberta, no mundo espiritual, para tudo que faz parte da grande verdade, seja ou não uma confirmação de suas crenças anteriores. Mas alguém que segue o caminho com frieza, e a imperfeição permanece, vamos dizer na forma de teimosa, essa pessoa entrará no mundo espiritual e continuará em uma esfera na qual precisa aprender sob que aspecto ainda é imperfeita, seja qual for a sua falha. E qualquer falha está em relação direta com a verdade absoluta, relativa a isso ou a outras coisas. E enquanto esse ser, mesmo que isso leve uma ou cem encarnações com os estados de purificação intermediários no mundo espiritual, enquanto não se atingir essa perfeição da alma, a verdade, em relação direta com a falta de perfeição, ficará oculta. Mas quando essa perfeição é atingida, todas as barreiras caem. A questão não é que vocês precisam aceitar isso ou aquilo para atingir o reino dos céus. Essa é uma idéia muito infantil e primitiva. A questão é essa. Se vocês não conseguirem se abrir para o que ela é, existe necessariamente algo em seu íntimo que ainda é imperfeito. E essa imperfeição precisa ser superada. Está claro?



A LACUNA ENTRE O PARECE E O QUE É

Essencialmente, a emoção destrutiva — que também é chamada de fator mental “obscurecedor” ou “aflitivo” — é algo que impede a mente de comprovar a realidade como ela é.
O apego excessivo — o desejo, por exemplo — não nos deixa ver um equilíbrio entre o agradável e o desagradável, o construtivo e o destrutivo, qualidades em algo ou alguém, e nos faz ver essas coisas, por algum tempo, como cem por cento atraentes — e, por conseguinte, nos faz desejá-las. A aversão nos cega para algumas qualidades positivas do objeto, tornando-se cem por cento negativas com relação a tal objeto, dispostos a repeli-lo, destruí-lo ou fugir dele. Esses estados emocionais obstruem o juízo, a capacidade de fazer uma avaliação correta da natureza das coisas. É por isso que dizem que são obscurecedores. Obscurece o modo como as coisas são. Acaba obscurecendo uma avaliação mais aprofundada da natureza das coisas como permanente ou impermanentes, como coisas que têm propriedades, intrínsecas ou não. E, assim, em todos os níveis, é obscurecedora. Assim, as emoções obscurecedoras obstruem a liberdade, encadeando os pensamentos de um modo que nos obriga a pensar, falar e agir de maneira preconceituosa. As emoções construtivas, pelo contrário, fazem uma avaliação mais correta da natureza do que se está percebendo — fundamentam-se em raciocínio sadio.

QUE CHATICE (é o que pensam)


    As pessoas no geral não gostam de ler textos... mas aprender requer trabalho. É mais fácil continuarem ignorantes, mas quando precisam, andam perdidas, não sabem onde se agarrarem, querem nessa hora, milagres que cheguem do exterior...pois dentro só há vazio !!!
    Precisam alimentar o espírito, só assim a tristeza do vazio desaparecerá...é preciso muita constância!
    ...
    É isto que eu sinto e vejo infelizmente, mas eu não desisto!

Marilia Masgalos

Estamos neste planeta com a missão de jamais perdermos a fé...sermos felizes só depende de nós!

A vida é um dom maravilhoso que recebemos de Deus. Deus criou este Universo maravilhoso e colocou nele o homem para ser feliz, para conquistar sonhos, prosperidade, vencer; enfim, viver uma grande e maravilhosa aventura. É essa fé que devemos ter, acreditar que este Universo conspira a nosso favor. Estamos neste planeta com a missão de jamais perdermos a fé, devemos ter a certeza da vitória do presente sobre o passado e de que a solução para os nossos problemas está dentro de nós, precisamos aprender a nos conectar conosco, a ouvir a nossa voz interior.
Em primeiro lugar devemos nos amar, nos valorizarmos enquanto pessoa que tem sonhos, que tem desejos e viver em busca da realização desses sonhos definindo objetivos e metas que nos conduzirão ao alcance desses objetivos. Devemos perder os medos que nos impedem de descobrirmos as nossas qualidades, as nossas potencialidades, de reconhecermos que temos uma missão, e que Deus nos deu esse dom maravilhoso da vida, mas com uma grande responsabilidade que é a de sermos felizes e de darmos manutenção a sua obra de criação. Muitos correm atrás da felicidade sem saber que a felicidade é um estado de espírito que se encontra em seu próprio coração, e pior, confundem felicidade com conquista de bens materiais, os quais são importantes é claro, pois nos trazem conforto, mas não significam felicidade. Felicidade é voltar a sonhar, a se amar, a viver de uma forma simples.
Outro fator importante a ser repensado e modificado é a questão sobre passado, presente e futuro:
Passado: Devemos encarar o passado como algo que não existe, já passou, não temos como mudá-lo e, portanto o passado deve ficar enterrado. A única coisa do passado que devemos manter em nosso presente são as coisas boas que ficaram, sobre as lembranças positivas, aquilo que realmente nos traga algum beneficio no presente, fatos que nos mostram que fomos capazes de lutar, que enfrentamos as dificuldades e vencemos, aprendemos e crescemos, e reconhecer que muitas vezes esse crescimento veio através de erros e quedas que foram de fundamental importância. O que fazemos de errado é ficarmos amargando um passado que não pode ser modificado, alimentando o que deu errado, lembrando tristezas, mágoas, rancores, que só trazem desesperança e desmotivação. Devemos fazer o exercício de auto perdão, reconhecendo nossos erros como oportunidades para aprendizado para futuros acertos. Devemos aprender a nos perdoar e a pedir perdão eliminando tristezas, rancores, mágoas, tudo de negativo que nos impede de crescer. Todos os fatos desagradáveis, todos os obstáculos, todos os problemas são formas que a vida encontra para nos testar, para que busquemos dentro de nós as soluções e respostas que nos façam superá-los, ganhar força e crescer em aprendizado galgando um degrau a mais na escala da vida. E podemos ter certeza de que a vida não nos coloca diante de problemas e obstáculos que não possamos suportar, se os problemas vem para nós é porque temos condições de enfrentá-los e superá-los. Devemos, pois não reclamar tanto diante das dificuldades e vicissitudes que a vida nos coloca, mas agradecer a Deus, pois é através delas que crescemos e aprendemos.
Futuro: Devemos deixar de viver ansiosos e angustiados por coisas que estão previstas para acontecer no futuro, deixando de viver o presente na expectativa de fatos e acontecimentos futuros, correndo atrás do amanhã, ou mesmo deixando para amanhã o que pode e deve estar realizando hoje. O futuro a Deus pertence, e só Deus sabe se estaremos ou não aqui amanhã.
Presente: Passe a encarar o hoje como sendo o último dia de sua vida. Devemos valorizar sim o presente, o aqui e agora traçando metas e correndo atrás da realização de nossos sonhos e objetivos. Descubra o quão importante você é, existe alguém em algum lugar que espera por você, que acredita em você, que te ama... E você como se coloca diante da vida, qual a sua atitude? Quais os seus sonhos? O que você está fazendo para realizar seus sonhos, para conquistar seus objetivos. Você acredita em você? Você reconhece seus potenciais? Você se conhece? Você se ama? É importante que façamos uma reflexão sobre quem realmente somos, se temos nos valorizado, se gostamos de nós, se temos buscado a realização de nossos sonhos. Muitas vezes assumimos posturas que vão contra a nossa alma, que não são condizentes com o que realmente queremos, escolhemos relacionamentos, ambientes, profissão, roupas, atitudes, baseados em aparências ou em medo da crítica, negando nosso verdadeiro eu, e trazendo tristezas, mágoas, insatisfação, frustração e daí advém uma vida de tristeza e dor, nos sentimos derrotados, e a nossa auto-estima é jogada no lixo. Precisamos parar e refletir sobre o que vale e o que não vale a pena em nossa vida, sobre o modo como estamos vivendo, sobre as coisas que estamos fazendo, sobre o nosso trabalho, sobre as pessoas de nossos relacionamentos, enfim, o que está realmente valendo a pena. Precisamos passar tudo na peneira e deixar apenas o que realmente vale a pena, o que realmente está contribuindo para o nosso crescimento, para o alcance de nossos objetivos, o que nos faz realmente felizes. E a partir daí tomar uma decisão de mudança, abandonando tudo o que não vale a pena, tudo o que nos faz infelizes e nos impede de crescer. Quando acreditamos em nós e definimos nossos verdadeiros objetivos nada nos tira do nosso caminho, nem problemas, nem dificuldades, nem doenças, nem drogas, nem mentiras, nem solidão, nada nos abala, pois sabemos o que queremos e confiamos em nós. Somos os responsáveis pelas nossas derrotas e pelos nossos sucessos, colhemos o que plantamos, somos os responsáveis pelos nossos atos, temos livre arbítrio e devemos manter o leme de nossa vida em nossas mãos, e não entregá-lo a mãe, pai, namorado, amigo, filhos, doença, trabalho, drogas, etc., enfim não entregá-lo a ninguém.
E como diz Fátima Corga, Terapeuta do Instituto Luz:
Devemos valorizar o momento presente, cuidando de quem amamos, de nós, praticarmos o exercício do amor e perdão para conosco e para com todos os que nos cercam, para com a natureza, para com os animais, para com o Universo...

MENSAGEM de 02/10

Serve com amor a todos aqueles que cruzam o teu caminho, mesmo que seja uma vez apenas, nada é por acaso! O sol brilha , a chuva cai, o vento sopra, tudo se move diariamente, tu também és assim e as pessoas que se deparam contigo no teu caminho...tudo tem um propósito!
Quando pões a vontade do teu coração em tudo, nem imaginas o quanto estás a semear! Mas tudo tem retorno e na altura certa, vais ficar maravilhada com os frutos da colheita.

Nunca te esqueças de agradecer, a gratidão é a tua mais bela oração. Que sejas sempre abençoada...

Escrita por Marília Masgalos

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

DEPRESSÃO uma afecção sem febre

 
     A depressão é definida como um mal de nosso tempo.
     No entanto, se a considerarmos sinônimo de melancolia, constataremos que ela sempre esteve presente na vida humana.
     Já Hipócrates, há dois mil e quinhentos anos, a definia assim:
     Uma afecção sem febre, na qual o Espírito, triste, permanece sem razão fixado em uma mesma ideia, constantemente abatido.
     Ao longo dos séculos a depressão tem sido associada a fatores hereditários ou ambientes. Seria um mal herdado dos ancestrais ou adquirido por influências externas.
     Sabeis por que, às vezes, uma vaga tristeza se apodera de vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes.
     Uma das causas da depressão seria, portanto, o sentimento inconsciente de perda de algo que ficou no passado distante, no mundo espiritual, onde o Espírito não sofre as limitações impostas pelo corpo físico.
     Dois fatores básicos para a depressão: a consciência culpada e as influências espirituais, em processos obsessivos.
     O cultivo de más ações, os vícios, o comprometimento com as paixões, em existências anteriores ou na atual, geram complexos de culpa. Estes, ainda que sepultados no inconsciente, desajustam nosso psiquismo, favorecendo os estados depressivos.
     E há a pressão de nossos desafetos espirituais, inimigos que granjeamos com as más ações. Seu propósito é exercitar a vingança, induzindo-nos a torturantes desajustes, sempre sugerindo um comportamento indisciplinado e o desejo de morrer.
     Fica também o princípio elementar de que nossos males físicos e psíquicos não são fruto de meros acidentes hereditários ou influências ambientes. Guardam relação com o que fizemos no passado e o que estamos fazendo no presente.
É o que procuro demonstrar em meu livro mais recente, Depressão
     Oportuno lembrar, caro leitor, que os direitos autorais de minhas obras foram doados a instituições espíritas voltadas para a divulgação da Doutrina Espírita e àquelas que mantêm obras filantrópicas, o que me deixa à vontade para convidá-lo a ler Depressão, um caso de superação, ou presenteá-lo a alguém que saiba portador desse terrível mal do século.
Richard Simonetti
 

NELSON MANDELA "A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta"

 Jesus,  no Sermão da Montanha, deu-nos as oito regras básicas para a felicidade, exortou:
 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos e bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
     Mandela foi perseguido, maltratado, humilhado, sofrendo todo o tipo de carência, mas nunca abriu mão dos ideais nobres na busca da igualdade humana, exemplificando a não violência, influenciando com essa atitude as mentes solidárias ocupadas com a melhoria de vida dos habitantes do nosso abençoado planeta.
 Mandela em sua luta para unir as raças ensina-nos a mudança de atitude por intermédio da educação, dizendo: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, pela sua origem, ou pela sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.”
 Em 1993 ganhou o Nobel da Paz por sua defesa do diálogo permanente a despeito da cor da pele, e também outros prémios internacionais, tornando-se o símbolo da liberdade para todas as pessoas injustiçadas do mundo. Foi eleito presidente e governou a África do Sul de 1994 a 1999.
     Mandela despertou a atenção por ter ficado encarcerado durante 27 anos, e ainda assim ter se movimentado incansavelmente e com absoluta ausência de mágoa do passado.
     Ao ser perguntado por um repórter se tinha raiva dos carcereiros com quem ele teve contato durante todo o tempo de prisão, respondeu:
     — “Não, de forma alguma. Eu queria ultrapassar aqueles muros e ficar livre. Se a raiva permanecesse em mim, eu não estaria livre, mas sim escravizado por um sentimento mau”.
 Nelson Mandela dedicou toda a sua vida em prol da liberdade e da igualdade.

- Examinemos a Nós Mesmo








  É teu dever tornares-te progressivamente melhor. Útil, assim, verificar, de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a tua verdadeira situação íntima.


  Testa a paciência própria:
▬  Estás mais calmo, afável e compreensivo
▬  Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa

  Observa-te nas manifestações perante os amigos:
▬  Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes

  Reflete em tua capacidade de sacrifício:
▬  Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente

  Pesquisa o próprio desapego:
▬  Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres

  Usas mais intensamente os pronomes:
▬  "Nos", "nosso" e "nossa"

  E menos os determinativos:
▬  "Eu", "meu" e "minha"

Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão hoje mais raros
Entendes melhor a função da dor
Dissipaste antigos desafetos e aversões
Ainda cultivas alguma discreta desavença
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Superastes os lapsos crônicos de desatenção e negligência
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no fundo da alma
Tens orado realmente
Tuas ideias evoluíram
Tua fé consolidou-se com mais segurança


Evangelho é alegria no coração:
  Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente
  Tudo caminha
  Tudo evolui

  Só pesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de só pesá-la amanhã sob o impacto da dor.

Não te iludas!
▬  Um dia que se foi é:

  Mais uma cota de responsabilidade,
  Mais um passo rumo à Vida Espiritual,
  Mais uma oportunidade valorizada ou perdida.

  Faz isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, já será mais difícil...
  


terça-feira, 30 de setembro de 2014

MENSAGEM de 30/09

Sê forte, não desanimes, pelo contrário, continua a animar quem está no momento em teu caminho! Tu desde pequena, acordas com vontade de cantar, e cada vez valorizas mais tudo o que te rodeia. Diariamente buscas o melhor em tudo, para que te sintas sempre grata!
Gosto de te ver feliz e cheia de energia, essa energia, que espalhas por onde passas.
Lamentas, Eu sei, que os outros apenas molhem os lábios da água que tu diariamente serves, continua, que mesmo que não se sintam gratos, tu fizeste o que pudeste e soubeste, e a fonte continuará a jorrar dessa água abençoada por Deus...a resposta a tudo isso que fazes, é a intensidade de amor que sentes irradiar do teu coração, tu és feliz...
Deus e os teus Anjos como tu lhes chamas são muito felizes contigo.

escrita por Marília Masgalos
GRATIDÃO