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sábado, 11 de outubro de 2014

O HOMICÍDIO

O homicida acredita, falsamente, que ao matar alguém livrou-se para sempre de um desafeto. O que o homicida elimina é a forma física, o corpo de seu inimigo, mas não o espírito que, não raro, do outro lado da vida, espera por ele para ajustarem contas.
Na pergunta seguinte, questiona Kardec: “É sempre o mesmo grau a culpabilidade em todos os casos de homicídio?”
Resposta: “Já temos dito: Deus julga mais pela intenção do que pelo fato.” Aqui se abre um espaço para a distinção entre o homicídio doloso (com intenção) e o homicídio culposo (sem intenção). Ambos têm a mesma consequência, interrompe uma existência, mas o primeiro é, por certo, julgado com maior severidade. Um fato, entretanto, ressalta-se na Doutrina Espírita: o homicídio é muito pior para o homicida do que para a sua vítima.
Na questão 748, Kardec traz à baila uma figura jurídica muito conhecida dos juristas e mesmo dos leigos, que é a legítima defesa.
 Pergunta Allan Kardec: “Em caso de legitima defesa, pode Deus culpar o homicida?”
Responde o instrutor: “Só a necessidade o pode desculpar, mas, desde que o agredido possa preservar a sua vida, sem atentar contra a do seu agressor, deve fazê-lo”.
Sem dúvida, o espírito concorda com o principio da legítima defesa, entretanto, observa que se deve sempre tentar evitar ao máximo a morte daquele que nos põe em risco a vida. Por certo, o espírito não quis ser radical, entretanto, numa visão estritamente cristã nem mesmo em legitima defesa se poderia matar. De um ponto de vista radicalmente cristão e espírita, mais vale receber a morte do que impingi-la a alguém. Aquele que mata, mesmo em legitima defesa, vale-se da violência contra o agressor e a violência poderia ter atenuantes, porém, jamais justificativa.

O TRATAMENTO E A CURA

Chico Xavier sempre conviveu com problemas nos olhos, particularmente um deles, que exigia permanente cuidado, não raro sangrando e dolorido.
Numa dessas crises, pediu a Emmanuel:
– O senhor poderia pedir ao doutor Bezerra de Menezes ou outro benfeitor um tratamento de cura?
A resposta do guia o deixou apreensivo:
– Continue o tratamento médico e tenha paciência e resignação, porque seu mal não tem cura e nada posso fazer.
– Mas, se é assim, como vou continuar meu trabalho mediúnico?
E Emmanuel:
– Não tem cura, mas tem tratamento! Continue cuidando dos olhos.
 ***
A resposta de Emmanuel resume um tratado de resignação ativa.
Estranhou a adjetivação, leitor amigo?
É que considero a existência de dois tipos de resignação – ativa e passiva.
Embora ambas exprimam uma aceitação dos males da existência, dizem respeito a posturas diametralmente opostas.
Senão, vejamos:
Resignação passiva: aceitação acomodada que paralisa a iniciativa e nos situa na lamentável condição do coitadinho, a inspirar a comiseração alheia.
Certamente você já passou pela experiência de alguém que o procurou exprimindo silencioso apelo, a partir de um cartão com os seguintes dizeres: Sou surdo-mudo. Peço seu auxílio para sobreviver.
Por que, pelo fato de ter uma deficiência dessa natureza, deve alguém viver da caridade?
Não seria mais razoável e produtivo, em benefício de sua autoafirmação e bem-estar, ligar-se a instituições que preparam deficientes para o desafio de garantir a própria subsistência?
E não há falta de vagas no mercado de trabalho. Por lei, empresas com mais de cem funcionários são obrigadas a contratar deficientes físicos.
Resignação ativa: a capacidade de conviver com as limitações, sem sujeitar-se a elas, nem permitir que inibam nossas iniciativas.
Casos de superação, em que o indivíduo dá a volta por cima , como se costuma dizer, envolvem Espíritos nessa condição.
 
Diz ela, no livro Minha Vida de Mulher:
Ninguém pode saber melhor do que eu o que são as amarguras dos defeitos físicos.
Não é verdade que eu nunca esteja triste, mas há muito resolvi não me queixar. Mesmo o ferido de morte deve esforçar-se por viver seus dias com alegria, por amor dos outros.
Eis para que serve a Fé: inspirar-nos à luta até o fim, de ânimo forte e sorriso nos lábios.
Valorizam a existência, resgatam débitos cármicos, habilitam-se a estágios mais altos de espiritualidade.
***
A Medicina é bênção de Deus.
Oferece-nos cura para os males curáveis e lenitivo aos incuráveis, a fim de que possamos conviver com eles, sem que impeçam nossa realização como seres humanos, filhos de Deus, dotados de suas potencialidades criadoras.
Assimilando muito bem as orientações de seu mentor, Chico foi exemplo marcante de resignação ativa, jamais permitindo que suas limitações físicas e enfermidades o impedissem de realizar seu abençoado trabalho.
 

A VERDADEIRA ENTREGA

 
Para muitas pessoas, a entrega talvez tenha conotações negativas, como uma derrota, uma desistência, uma incapacidade de se reerguer das ciladas da vida, certa letargia, etc. A verdadeira entrega, entretanto, é algo completamente diferente. Não significa suportar passivamente uma situação qualquer que nos aconteça e não fazer nada a respeito, nem deixar de fazer planos ou de ter confiança para começar algo novo.
A entrega é a sabedoria simples mas profunda de nos submetermos... ...e não de nos opormos ao fluxo da vida. O único lugar em que podemos sentir o fluxo da vida é no Agora. Isso significa que se entregar é aceitar o momento presente sem restrições e sem nenhuma reserva. É abandonar a resistência interior àquilo que é.
A resistência interior acontece quando dizemos “não” para aquilo que é, através do nosso julgamento mental e de uma negatividade emocional. Isso se agrava especialmente quando as coisas “vão mal”, o que significa que há um espaço entre as exigências ou expectativas rígidas da nossa mente e aquilo que é. Esse é o espaço do sofrimento.
Eckhart Tolle

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A VOZ DO CORAÇÃO


A tua chama


"Mãe ensina-nos o teu jeito de agradar a Deus."



Maria, Maria, nossa mãe!
 Maria, ensina-nos a amar
 Como você amou!
 Ensine-nos a humildade,
 Seu jeito de nos falar,
 Nos leve a fazer tudo
 Aquilo que Jesus mandar.

Maria, Maria, nossa mãe!
 Maria, ensina-nos a amar
 Como você amou!
 Ensine-nos a rezar
 Queremos simplicidade,
 Nos faça como as crianças
 Viver na santidade

Maria, Maria nossa mãe!
 Maria, ensina-nos a amar
 Como você amou.
 Maria, cheia de graça,
 De graça, fé e amor
 Ensina-nos a escutar
 As palavras do Nosso Senhor.





MENSAGEM de 10/10

Pensas que a vida já te ensinou tudo?
Não penses com essa arrogância, enquanto estiveres encarnada nesta vida e outras que ainda virão, terás sempre diariamente belas lições para aprender, momentos maus e outros bons, dependerá de como reages a cada aprendizagem, se encarares e aceitares tudo com positivismo, tenho a certeza absoluta que desfrutarás de muitas alegrias, porque te sentirás grata por tudo o que já viveste e pela força que te manteve de pé, força essa que buscaste no fundo da tua alma, que esteve sempre em ti, soubeste quase sempre que podias contar com as ajudas vindas do reino de Deus, essa Fé é a teu maior bem.
O teu Anjo vibra contigo a cada boa escolha que fazes, tu já consegues sentir essa vibração no teu coração, em todo o teu interior. Ele sente-se em paz contigo e te inspira com esse sentimento de alegria, Ele sente-se muito feliz, quando lhe agradeces e humildemente lhe pedes que nunca te desampare, Ele te acarinha e nunca te sentes só!
Tu és, foste e serás sempre, muito amada, acredita!

 escrita por Marília Masgalos

Traduzida para espanhol
Piensas que la vida ya te enseñó todo? No pienses con esa arrogancia, mientras estés encarnada en esta vida y otras que aún vendrán, tendrás siempre diariamente bellas lecciones a aprender, momentos malos y otros buenos, dependerá de como reaccionas cada aprendizaje, si encararas y aceptes todo con positivismo, tengo la certeza absoluta que disfrutarás de muchas alegrías, porque te sentirás grata por todo lo que ya viviste y por la fuerza que te mantuvo de pie, fuerza esa que buscaste en el fondo de tu alma, que estuvo siempre en ti, supiste casi siempre que podías contar con las ayudas venidas del reino de Dios, esa Fe es a tu mayor bien. Tu Ángel vibra contigo cada buena elección que haces, tú ya consigues sentir esa vibración en tu corazón, en todo tu interior. Él siéntese en paz contigo y te inspira con ese sentimiento de alegría, Él siéntese muy feliz, cuando le agradeces y humildemente le pides que nunca te desampare, Él te acarinha y nunca te sientes sólo!
Tú eres, fuiste y serás siempre, muy amada, cree!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

"Se observássemos mais e víssemos menos, seríamos mais honestos, muito mais sábios!"



Marilia Masgalos

O sofrimento é opcional.

 


Dizem os mais sábios que o sofrimento é opcional.
Para nós, simples seres humanos, descobrir esta verdade leva tempo e até anos.
Geralmente para chegar ao ponto de entender esta frase, já nos magoamos e nos dececionamos muito com as pessoas.
Ouvimos dos outros quase o tempo todo que não devemos colocar ninguém num pedestal que com o tempo pode desmoronar e cair em cima de nós mesmos
Verdade que só descobrimos na prática e com os tombos que levamos, pois normalmente só acred...itamos e aprendemos com nossa própria vivência e com o próprio sofrimento.
Quando finalmente chegamos a dizer que o sofrimento é opcional, já estamos preparados a fazer nossas próprias escolhas.
Já teremos condições de escolher os verdadeiros amigos que farão parte de nossa vida.
Já estaremos prontos para lutar por nossos direitos e de nossos semelhantes com sensatez e justiça.
Já poderemos seguir em frente olhando não apenas para nós mesmos, mas também por nosso irmão de jornada.
Tomaremos também mais cuidado por onde andamos, para não cair mais com tanta facilidade.
Descobrimos um Deus que até então vivia distante de nós e que hoje renasce em nossos corações.
Descobrimos o valor das orações que antes para nós não fazia parte de nossos corações.
Poucos são os que podem dizer que o sofrimento é opcional sem nunca ter sofrido.
Se você faz parte deste time, agradeça ao Pai da Vida por isso e retribua tamanha benção, amparando aqueles que ainda precisam aprender na prática, que o sofrimento é opcional.

por Rita Ramos Cordeiro

clica na foto e lê a MENSAGEM para ti 09/10

Não te achegues aos outros só quando pensas levar vantagem, quando esperas só deles o melhor para ti... perdes o interesse quando começas a perceber que não podes receber ou ouvir um amem às tuas ideias, que pelo contrário, eles estão no momento na tua vida para te ensinar o contrário, aquilo que cegamente não queres ver ou ouvir! Sê mais constante, mais equilibrado com todos! Mantem-te por perto de quem te quer ver feliz, apesar das diferenças, porque tu precisas de conhecer e aprender essa diferença! Nada é por acaso, todos os que te chegam têm algo para partilhar contigo...ACEITA e sê GRATA, não vires as costas por orgulho ao instrumento de Deus para tua felicidade, estás sempre a ir e voltar, segue o teu caminho com os teus irmãos de jornada e vê se aprendes rápido as lições que eles têm para ti, sem que queiras ser o centro das atenções! SÊ FELIZ.


Escrita por Marilia Masgalos




OS ANJOS DA GUARDA EXISTEM - Pápa Francisco


papa-francisco-anjos-da-guarda-existemOs anjos da guarda existem, não são uma doutrina fantasiosa, mas companheiros que Deus colocou ao nosso lado, no caminho de nossa vida. Foi o que disse o Papa Francisco.

“As leituras do dia – afirmou o Papa Francisco – apresentam duas imagens: o anjo e o menino. Deus colocou um anjo ao nosso lado para nos proteger: “Se alguém aqui acredita que pode caminhar sozinho, se engana muito”, cai “no erro da soberbia, acredita ser grande e auto-suficiente”.

“Todos nós,  temos um anjo conosco, que nos guarda, nos faz ouvir as coisas. Quantas vezes ouvimos ‘Deveria fazer isso, assim não, tenho que ficar atento...’ Muitas vezes! É a voz do nosso companheiro de viagem. Temos que nos assegurar que ele nos levará até o fim de nossa vida com seus conselhos, temos que dar ouvidos à sua voz, não nos rebelar, pois a rebelião, o desejo de ser independente, todos nós temos isso: é a soberba”.

“Ninguém caminha sozinho e nenhum de nós pode pensar que está só” – prosseguiu o Papa – porque temos sempre “este companheiro”:

“E quando nós não queremos ouvir seus conselhos, dizemos ‘vai embora’! Expulsar o companheiro de caminho é perigoso, porque nenhum homem ou mulher pode aconselhar a si mesmo. O Espírito Santo me aconselha, o anjo me aconselha. O Pai disse “Eu mando um anjo diante de ti para guardar-te, para te acompanhar no caminho, para que não erres”.

“Hoje eu pergunto: como está minha relação com o meu anjo da guarda? Eu o escuto? Digo-lhe ‘bom dia’, lhe peço para velar meu sono, falo com ele? Peço conselhos? O anjo está ao meu lado!”

(Rádio Vaticano)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

AS 8 PREOCUPAÇÕES MUNDANAS

As oito preocupações mundanas consistem em quatro pares de prioridades: buscar aquisições materiais e evitar sua perda; buscar o prazer dirigido pelo estímulo e evitar o desconforto; buscar o elogio e evitar a crítica; e manter a boa reputação e evitar a má reputação.
Essas oito preocupações resumem, em geral, nossa motivação pela busca da felicidade, e este é exatamente o problema. As oito preocupações mundanas — que não são erradas em si — são a base de nossa motivação, e é a motivação, mais do que qualquer outro fator, que determina o resultado da prática espiritual.
 
Não há nada de errado em adquirir bens materiais — um carro, uma casa; e, inversamente, a pobreza não é necessariamente uma virtude. Não há nada de errado em aproveitar um pôr-do-sol, um bom livro, uma conversa agradável ou uma bela música. Não é errado ser elogiado. Ser amado e respeitado pelos outros também não é errado.
 
Por outro lado, não é ruim ser criticado pelos outros se você estiver levando uma vida benéfica e significativa. Muitos praticantes bem-sucedidos no darma estão contentes e felizes vivendo em total pobreza. A reputação pode melhorar e piorar, mas é possível que o contentamento permaneça constante.
 
A verdadeira fonte da felicidade não está no domínio das oito preocupações mundanas. Ricos, pobres, elogiados, criticados, estimulados, entediados, respeitados, ultrajados — nenhuma dessas preocupações mundanas em si são fonte de felicidade. Nem impedem a felicidade.
 
O problema é que, quando nos concentramos nas preocupações mundanas como um meio para a felicidade, a vida se torna um jogo de dados. Não há garantias. Se você aspira à riqueza material, pode não conquistá-la, e se conseguir, não há garantias de que será feliz. Se aspira ao prazer, quando o estímulo acabar, a satisfação também terminará. Não existe felicidade duradoura em sair correndo atrás do prazer. As pessoas que são respeitadas e famosas tendem a ter os mesmos problemas pessoais que as outras.
 
A deficiência fatal das oito preocupações mundanas é que elas são Darma falsificado, modos mal dirigidos de buscar a felicidade e — ao confundir habitualmente as preocupações mundanas com o Darma genuíno — nossos esforços para atingir a felicidade genuína são continuamente sabotados.”
 
Alan Wallace

MENSAGEM 08/10

Jesus está do teu lado a ajudar-te a passar por estes momentos difíceis, acredita na tua força, pois com Ele será mais leve a tua provação! Se te mostrares firme na tua fé, com certeza que serás merecedora das graças de Deus, é só uma fase má que irá passar! Confia e ora muito, e quando a tempestade passar não te esqueças como de outras vezes, de seres GRATA, para que não tenhas que repetir a prova.....FICA COM  O AMOR DE DEUS.

escrita por Marília Masgalos

Nossos Filhos são espíritos


     Diante dos desafios da criação, das preocupações que ocupam as nossas mentes, é comum desvirtuarmos das reais prioridades da criação filial em nome da segurança financeira. Filhos são espíritos, unidades inteligentes de Deus.
     Para que os eventos provedores da felicidade ganhem força, é necessário o alicerce do caráter reto, sob o peso das escolhas difíceis.
     Muitos dizem, naturalmente sob as aflições do desconhecimento, que o passado delituoso de outras vidas é a resultante das diferenças de afinidade que conduzem a desdita do presente. Estes desconhecem o poder do amor, ignoram a força da indulgência. O antagonismo atual é vencido pelo exemplo, paciência e inúmeros atos de amor. Os problemas do hoje possuem, certamente, os componentes do presente.
     Nossos filhos não foram criados para os parcos anos da existência carnal, o objetivo é muito maior, é pavimentar-lhes a estrada rumos aos cimos da felicidade, é conduzir-lhes nas vias do homem ou mulher de bem, é direcionar-lhes ao caminho dos anjos.
  Educar é ação contínua, é ajudar sem atrapalhar. É auxiliar sem confundir, é perseverar, jamais desistir.
      Necessário investir mais na formação do ser humano, no conjunto de virtudes que qualificam o espírito em sua integralidade.
     O mundo clama pelo equilíbrio, não a encontraremos nas telas ou ferramentas do mundo virtual, hoje, infelizmente, encontramos as famílias reunidas em corpo somente, pois frequentemente as mentes estão longe, viajando na ação de jogos eletrónicos ou de mensagens instantâneas, desde as mais tenras idades.

Como formar um caráter se nos momentos de comunhão familiar, permitimos a alienação que evita a convivência e o contato?
     A Terra espera por paz, e não a encontraremos nos múltiplos cursos preparatórios, e sim, ensinando-lhes o respeito ao próximo, dando-lhe a perfeita noção de limite, para estar-se sempre quite com consciência.
     A sociedade pede amor, virtude esta a ser desenvolvida no universo do espírito, através dos exercícios da caridade em todos os sentidos. Não tenhamos as aspirações de encaminhar-lhes a descoberta do valor da vida, da formação do cidadão de bem, unicamente pelas vias dos cursos profissionalizantes.
     A educação moral é o maior investimento, custa-nos apenas o empenho diário, entretanto sua aquisição, jamais se perde, degrada, desvaloriza ou apequena-se. Ao contrário, avança indeterminadamente. Tal educação, nem sempre vem recoberta do doce da vida, por vezes se achega crispada de sentimento latentes em vendavais de paixões. O Cristo, além os inúmeros exemplos conhecidos de recuperação moral de almas, nos ensina que jamais devemos desistir de um ser humano, seja quem for, quem dirá dos que nos são fruto, do corpo e/ou do coração. Um espírito sempre absorve a dose do amor, sob a disciplina do exemplo e do incansável esforço.

     Um traço de nós acompanhará sempre os nossos pequeninos, que traço desejamos deixar-lhes? Quais tesouros do coração lhes damos como guia dos momentos difíceis? Dá-lhe os devidos valores para que saibam pesar a importância do dinheiro, da família, da sociedade, da profissão, do próximo e de Deus.
     Assim, saberão portar-se diante das agruras do mundo e desafios humanos, entenderão o respectivo papel diante da eternidade, não limitando-se aos investimentos momentaneos, os valores com vencimento nas décadas, sob as fragilidades e limitações do corpo biológico. Terão a real noção da vida futura e a consciência do que são na essência: Espíritos.

Nós e o nosso Anjo

 Há aqui um equívoco em relação à atuação dos protetores espirituais. Não são babás à nossa disposição, diuturnamente.
     Não é sua obrigação evitar transtornos como: a reprovação do aluno displicente; a gravidez da jovem inconsequente; o acidente com o motorista distraído; o atropelamento do cão negligenciado; a fratura resultante de ato irracional.
     Sua função é inspirar-nos ao bem, ao cumprimento de nossos deveres. O protetor espiritual atua na intimidade de nossa consciência. É a voz
que nos alerta:
     Cuidado! Controle-se! Cultive a prudência. Olhe por onde anda!
     Ele tem poderes para evitar que nos atinjam certos males e o faz frequentemente, sobretudo em relação à nossa estabilidade física e psíquica. Não fosse por ele, bem maiores seriam nossas dificuldades e problemas.
     Mas deixa que colhamos as consequências de nossas ações, a fim de que aprendamos a respeitar as leis da Vida, as regras de bem viver.
     Inúmeros males que nos afligem situam-se como gloriosos marcos de renovação que nos estimulam a repensar a existência, induzindo-nos a procurar os valores espirituais.
  
     Assim muitos se aproximam de Deus.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Texto sobre: Amor enquanto Paixão


Antigamente, acreditava-se que o amor enquanto paixão era para os fracos ( aqueles que se identificam mais com a visão no amado, mais com a vontade e o desejo de possuir do que o desejo de viver ), para os românticos, que eram eternos apaixonados, que faziam da vida um sentimento de frustração pela conquista não realizada ( muitos apaixonados tornaram-se imortais por suas belas obras, que descreviam dor e tristeza ) e também pelos sentimentais, que faziam do Sol, da Lua, das Estrelas, a sua razão de viver e choravam de dor pelas perdas lógicas da vida e pela meta não alcançada.

A visão do sentimento Amor era totalmente pessimista, o Amor nem existia, era apenas uma projeção de carências e afetos, se tornando apenas um caminho ou uma diretriz a ser seguida. A ausência de sentimentos mais profundos era uma causa comum entre as pessoas, era um fato, elas não tinham tempo para a compaixão e para o afeto, pois não se tinha a compreensão psicológica e Metafísica necessárias para o entendimento da conduta Humana ( enquanto sentimento apenas, sem a lógica sugerida e imposta ).

A ausência de carinho e atenção, desde a infância, na criação ou contato direto com familiares, originava-se no endurecimento do ser, no desconhecimento de certos sentimentos e na ausência total de entendimento de erros, de acidentes de percurso e também de atitudes precipitadas que pudessem ter.

A Paixão era o único sentimento que conseguiam descobrir. O fato era ilógico, pois a sensação de se estar apaixonado, ia de encontro aos princípios básicos do bem viver.

Descobria-se então, um novo sentimento que causava dor ( quando não era correspondido, no qual acontecia na maioria das vezes, dado tal sentimento, ser um luxo e um privilégio para poucos, quando o mais comum eram os enlaces forjados por interesses e pelas composições de resgate, força, status e poder ) e trazia prejuízos irreparáveis para o coração.

Na grande maioria das vezes não se tinha escolha e os caminhos do coração eram os mais duros e penosos, pois o que imperava era a intolerância, a incapacidade de reflexão e a impotência de analisar logicamente o decurso sentimental da vida.

Mas o mundo gira e as opiniões mudam.

Com a valorização do Romantismo e pelo poder de escolha ( na metade do século passado ), foram aperfeiçoados certos sentimentos, na qual o amor enquanto paixão, foi a

bandeira de uma época em que a Sociedade impunha suas vontades e supremacias, subtraindo do coração certos dons involuntários, que se instalavam sem a devida ordem.

A paixão passou então a ter correspondência, tornou-se notório o poder real de escolha, de enlaces e uniões por Amor e por sentimentos que começaram a incluir dedicação e respeito. Estávamos em uma época, na qual uma Luz forte, iluminava os indivíduos, fazendo com que enxergassem o cônjuge e a família, como uma forma de se identificar com Deus e com a eternidade ( Uma época em que se lia mais e se dava mais valor as ciências e a Filosofia de vida ).

Hoje em dia, o amor passou por transformações profundas, pois tornou-se bi-lateral, ou seja: doce e amargo, a paz e o tormento, a dor e a alegria. Com a liberdade em excesso, o amor passou a ser um coadjuvante do relacionamento, nunca o principal, pois precisa-se saber quem realmente o parceiro é, para primeiro se interessar por ele, por seus atributos e depois, quem sabe, se apaixonar pela convivência e depois vir o Amor, tão desejado e tão ausente nas pessoas ( é obvio que existem ainda muitos casos clássicos de paixão, pois toda a regra tem exceção ). Esse sentimento, quando passional, é quase como uma antítese de desejos, gostos e pensamentos ! Ao mesmo tempo em que existem pessoas que vivem por amor, também há pessoas que morrem e matam por ele.

Chorar por amor purifica a Alma, abre a mente e engrandece o Espírito ( perda de quem se ama ou ausência dele ), chorar de tristeza por paixão, é perder a primariedade de pureza, é confundir a sensação de perda com a sensação de impotência ou até com a sensação de não se valer nada. É quando se perde a identidade, o norte, os objetivos.

É quando se tem a vontade de sumir ou explodir. É o trauma mais profundo e psicótico, quase que irreversível, que um ser pode ter.

O amor é o sentimento mais subjetivo de todos, cada um sente de uma forma, de um jeito, com uma intensidade diferente, e alguns nem amam, apenas se divertem com a sensação de conquista, de posse, de poder ou de capacidade suprema .

Amar enquanto paixão ( nos dias atuais ) é para os fortes, porque, mesmo ficando fracos e vulneráveis, permanecem ali, resistindo aos obstáculos, amando em silêncio, guardando aquele sentimento apenas para si mesmo, tolerando desaforos, sendo subjugados ou até sendo correspondido ao bel prazer do parceiro. Isso sim é ser forte. Isso sim é amar, isso sim é abdicar de superioridade. Mostrando para o parceiro como é amar sem preconceito, sem medo e sem julgamento, apenas possuir uma absolvição para o coração e também ter uma sensação de evolução cósmica, de se encontrar e se identificar com as coisas belas, tristes e reais da vida. É verdadeiramente o encontro com Deus e com a Eternidade.

 Giulio Romeo

Olha o tempo que resta, olha o dia que passa, olha o que fizemos de bom para a vida?

Na verdade, para termos um presente digno e contemplativo, temos que:

a- Esquecer o passado e o que ficou para trás;

b- Esquecer o que não fizemos e fazer o que sabemos;

c- Esquecer o que éramos e aceitar o que somos;

d- Esquecer a tristeza, o descontentamento, a desilusão e pensarmos que somos o que foi determinado pelo destino;

e- Esquecer a condição do semelhante e fazermos com que a nossa condição seja igualmente respeitada.

f- E por ultimo, esquecer o que há de ruim nessa vida, pois só assim conseguiremos prestar atenção no que há de bom e o que realmente vale à pena.

Muitas vezes esquecemos os louros das vitórias diárias e nos espelhamos em futuras conquistas, para nos redimir do que deixamos para trás, pensando somente no amanhã e esquecendo que se não fizermos algo no presente, o futuro será mensurado pela incompetência do passado.

Os fantasmas de outrora devem ser exorcizados no presente.

Devemos jogar água benta nas imagens sombrias e sem luz da nossa memória;

Devemos purificar os nossos pensamentos e as nossas atitudes;

Devemos respeitar a vida só para variar um pouco;

Devemos ignorar o egoísmo, só para torcemos para a vitória de todos;

E devemos praticar o bom senso, só para contrariar a maioria.

Devemos viver;

Devemos deixar os outros viverem;

Devemos enxergar a nossa verdade honesta como opção de vida e

Devemos amar as coisas simples, pois elas são a verdadeira matéria prima das coisas complexas!

Giulio Romeo

(RE)DESCOBRIR A VERDADEIRA ALEGRIA


«Só um coração iluminado pode reparar nas muitas flores que se encontram nos caminhos que percorremos todos os dias, porque um coração iluminado sabe, por experiência própria, que nos alicerces da alegria está o que é frágil, o que não conta, o que de algum modo é marginal, o que não é da ordem do necessário, mas do gratuito.
Quando vivemos radicados no coração, os nossos dias tão iguais podem transformar-se na mais bela oração: «Vela com todo o cuidado sobre o teu coração, porque dele jorram as fontes da vida.»



Carlos Maria Antunes, em "Só o Pobre se faz Pão"

“São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida.” Rubem Alves


MENSAGEM de 07/10

Passas a tua vida em busca da verdade, mas quando alguém tem o dom de te falar nessa verdade, foges a 7 pés, primeiro terás que adquirir a capacidade para a ouvires, então pára de perguntar externamente por essa verdade, busca em primeiro lugar a humildade e verás que a verdade virá junta! Ela sempre esteve aí dentro de ti te falando e tu rejeitando-a, porque ela te mostra também o teu lado menos bom, que tu continuas não aceitando que faz parte de ti, de todo o mal que arquivaste no teu espírito durante muitas vidas! Aceita-o e transforma-o com serenidade e não te revoltes quando alguém salientar o menos bom em ti! Agradece e tenta ser melhor todos os dias, começa já HOJE, pára de fugir da felicidade que te trará a verdade!

escrita por Marília Masgalos

Pasas tu vida en búsqueda de la verdad, pero cuando alguien tiene el don de hablarte en esa verdad, huyes a 7 pies, primero tendrás que adquirir la capacidad para a oír, entonces para de preguntar externamente por esa verdad, búsqueda en primer lugar a humildade y verás que la verdad vendrá junta! Ella siempre estuvo ahí dentro de ti hablándote y tú rechazándola, porque ella te muestra también tu lado menos bueno, que tú continúas no aceptando que forma parte de ti, de todo el mal que arquivaste en tu espíritu durante muchas vidas! Lo acepta y lo transforma con serenidade y no te revoltes cuando alguien destacar el menos bueno en ti! Agradece e intenta ser mejor todos los días, comienza ya HOY,para de huir de la felicidad que te traerá la verdad!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Três Tipos de Fé ... evite falsas crenças


 Todo ser humano tem fé - ; fé em alguma coisa, em algum ideal, alguma conceção, alguma religião, alguma fórmula. Mas enquanto a fé de diferentes pessoas tem este ou aquele objeto, a fé em si mesma vem do Mais Alto, e é inerente ao coração de cada ser. A fé é a própria base do nosso ser.
 Seja qual for o caminho que seguimos, fazemos isso por causa da fé que temos - a convicção de que este é o melhor caminho. O fato de que o mundo está cheio de convicções falsas se deve às diferentes ideias, crenças e filosofias, que limitam a fé propriamente dita aos meios considerados necessários para alcançar um objetivo específico.
“A alma presa a um corpo tem o dom da fé, e cada homem possui a mesma natureza que o ideal em que ele fixa a sua fé.” O homem tem a fé de acordo com a sua disposição; e ele também adquire continuamente a substância do ideal em que ela se baseia. É evidente, portanto, que deveríamos conhecer com segurança a natureza da fé sobre a qual está colocado o nosso ideal.
 Se alguém coloca a sua fé em qualquer coisa externa, seja qual for - deuses ou homens, religiões ou sistemas de pensamento - ela não tem qualquer base firme. O homem impede a força do seu próprio espírito de expandir-se além dos limites do seu ideal. Quando, por exemplo, nós aceitamos a ideia de que nada é real exceto aquilo que podemos ver, escutar, saborear, cheirar ou tocar, estamos colocando nossa fé sobre uma base muito inferior.
 Existe uma causa para que haja falsidade em nosso pensamento e na nossa ação, quando pensamos que o momento presente é o único momento, que o mundo externo e terrestre e esta existência atual são a única vida, da qual saímos para ir não sabemos onde, sem saber tampouco qual o propósito disso tudo.
 Olhar para todos os seres a partir das nossas próprias limitações mentais e da nossa capacidade de perceção - e ver apenas os aspetos externos da fala e da ação deles - não é vê-los como realmente são. Um Deus externo, ou um demônio externo, uma Lei externa, uma salvação externa dos pecados, e a ideia de que o pecado seja qualquer coisa além da negação da nossa própria natureza divina (o pecado imperdoável), são todos objetos de fé externa, que possuem a natureza de ignorância. A ignorância sempre leva à superstição. A superstição leva à falsa crença, e a falsa crença produz a fé falsa.
 Estamos todos em constante conflito uns com os outros por causa da fé que é colocada sobre bases falsas, e pelo próprio fato de que a fé colocada em qualquer coisa tem resultados. Os homens tornam-se cegos para a fé real e verdadeira devido aos resultados que até mesmo a falsa fé produz. No entanto, enquanto tivermos uma fé falsa, continuaremos a criar vidas de sofrimento para nós mesmos. Os resultados que fluem de uma fé falsa colocada em um ideal egoísta trazem-nos necessariamente maus efeitos em condições inadequadas. Eles são as próprias limitações que nós impusemos sobre nós mesmos através de fé colocada em objetos externos em outras vidas, e temos que voltar várias vezes em outros corpos até que nos libertemos dos defeitos que foram produzidos em nossa natureza pela fé em coisas externas.
 Devemos obter uma base para o pensamento e a ação que seja melhor do que a fé falsa e hereditária das atrações e repulsões. Nós produzimos os efeitos que vemos. Mas, se mudarmos nossos ideais, não necessitaremos continuar repetindo os mesmos erros uma vida após a outra. Basta encontrar uma base verdadeira para a fé. Temos que colocar nossa fé sobre aquilo que não é externo, mas interno.
O Interno é a própria fonte de todo tipo de poderes que possuímos, e este Interno é o mesmo em todos os seres vivos. Na própria raiz do nosso ser, está aquele Eu imutável que nós só podemos conhecer dentro de nós mesmos. Para podermos alcançar o nosso interior em busca Dele, devemos primeiro  enunciar a todas as nossas ideias – a tudo que muda.



Robert Crosbie

SOMBRA



“Todo homem tem uma sombra e, quanto menos ela se incorporar à sua vida consciente, mais escura e densa ela será. De todo modo, ela forma uma trava inconsciente que frustra nossas melhores intenções.” C.G.JUNG

A sombra é a parte mais escura e negada da personalidade e está associada aos comportamentos, sentimentos e fantasias proibidos, sendo por isso a parte inferior e indiferenciada da consciência. Portanto, ela é uma unidade complexa dotada de vitalidade autônoma que é fundamentalmente o negativo de cada indivíduo.

Todo ser humano tem um lado sombrio que começa a se desenvolver na infância como consequência da repressão ou da negação de sentimentos indesejáveis. Percebemos a nossa sombra quando sentimos inexplicavelmente rancor, antipatia por alguém, ou quando descobrimos em nós algo inadmissível, ou mesmo quando nos sentimos influenciados pelo ciúme ou vergonha.

Ao longo do processo de individuação desenvolvemos um relacionamento gradual com a sombra, o que aumenta o nosso entendimento do “eu” e nos permite atingir um equilíbrio entre a unilateralidade dos nossos propósitos e modos de proceder conscientes e as nossas profundezas inconscientes.

Jung afirmou que, se mantivermos um relacionamento adequado com o nosso inconsciente, ele nos auxiliará na nossa direção de vida; porém, ele pode tornar-se perigoso quando a atenção consciente que lhe dedicamos for muito errada, ou nenhuma.

Segundo Jung, “Todo indivíduo é acompanhado por uma sombra, e quanto menos ela estiver incorporada à sua vida consciente, tanto mais escura e espessa ela se tornará (…). Se as tendências reprimidas da sombra fossem totalmente más, não haveria qualquer problema. Mas, de um modo geral, a sombra é simplesmente vulgar, primitiva, inadequada e incômoda, e não de uma malignidade absoluta. Ela contém qualidades infantis e primitivas que, de algum modo, poderiam vivificar e embelezar a existência humana; mas o homem se choca contra as regras consagradas pela tradição.” JUNG, Vol. XI, Apud PIERI, P.F., Dicionário Junguiano.

Segundo o dicionário Junguiano, a sombra exprime o lado não aceito da personalidade, assim como se constituiu, ela constitui, por um lado, o conjunto de tendências, características, atitudes e desejos inaceitáveis em relação ao complexo do “eu”; por outro, ela é o conjunto das funções indiferenciadas ou fracamente diferenciadas em relação às funções psíquicas. Daí a expressão “sombra do eu”, que indica especificamente o conjunto de modalidades e possibilidades de existência reconhecidas pelo sujeito como não próprias, seja enquanto negativas ou não-valores em relação a valores já codificados na consciência: considera-se que tais elementos fiquem alienados de si para defender e, ao mesmo tempo, constituir a própria identidade, embora com o risco de parar indefinidamente o devir da pessoa humana.

Neste sentido a experiência da sombra é experiência da definição de si e do limite que, enquanto tal, constitui a atual identidade do sujeito.

Segundo o Dicionário Junguiano (2002); durante o trabalho analítico (análise), é possível divisar diferentes aspectos da sombra, expostos a seguir:

A projeção da sombra – alienação do sujeito em relação aos próprios conteúdos psíquicos negativos, considerados penosos e incompatíveis, e incorporação dos mesmos no “outro”. Tal dinâmica é posta como explicação das antipatias e idiossincrasias que nascem em cada sujeito, ao atribuir ao “outro” aquilo que existe de sombrio na própria personalidade;
A identificação com a sombra – o sujeito assume os próprios conteúdos negativos, razão pela qual adota todas as suas características. A energia psíquica dinamiza apenas os conteúdos negativos, por essa razão é considerada como ainda não elaborada sob forma de autocrítica;
A cisão da sombra – refere-se à vida autônoma, que ocorre dentro da psique, dos conteúdos rejeitados, de qualquer forma, pelo complexo do “eu”, motivo pelo qual eles provocam, por um lado, bruscas mudanças de personalidade, e por outro a alternância de personalidades diferentes;
A diferenciação da sombra – nesta etapa, há a distinção e o desenvolvimento dos conteúdos psíquicos negativos, a fim de que possam entrar verdadeiramente em relação com os seus opostos;
A integração da sombra – é o reconhecimento crítico e a aceitação, não apenas intelectual dos aspectos negativos da própria personalidade. Sendo estes realizados por parte do “eu”, restituem-lhe a energia psíquica, de tipo cognitivo e afetivo, que antes residia isoladamente nos conteúdos psíquicos.

Deepak Chopra no livro “O efeito sombra” p.106 e 107; nos traz otimismo dizendo que: “A força da evolução é infinitamente maior que os obstáculos que impedem o caminho”, ele nos ensina uma maneira de lidarmos com a nossa sombra:

Reconheça sua sombra quando ela trouxer negatividade para sua vida
Abrace e perdoe sua sombra. Transforme um obstáculo indesejado em seu aliado.
Pergunte a si mesmo que condições estão dando origem à sombra: estresse, anonimato, permissão para causar danos, pressão dos colegas, passividade, condições desumanas, uma mentalidade “nós versus eles.”
Compartilhe seus sentimentos com alguém em quem confie: um terapeuta, um amigo de confiança…
Inclua um componente físico: trabalho corporal, liberação de energia, respiração de ioga, cura interativa.
Para mudar o coletivo, mude a si mesmo – projetar e julgar “os outros” como malfeitores só aumenta o poder da sombra.
Pratique a meditação, de modo a experimentar a consciência pura, que está além da sombra.

Cenário que mostra aspectos de “sombra”

Neste cenário vemos vários aspectos de sombra: símbolos de perda, figuras que geram medo, como zumbis, um fantasma, uma aranha, um esqueleto com uma foice na mão, representando a morte, uma árvore morta. No quadrante inferior direito vemos pessoas correndo assustadas, fugindo de todos estes aspectos sombrios; no quadrante superior direito vemos um homem encurralado por zumbis e um fantasma. Entre a árvore seca e os zumbis, na parte superior do cenário, um homem, todo encolhido, sente-se com medo e ameaçado.

Psicologia espiritual

EQUILIBRIO DA PERSONALIDADE

Os introvertidos possuem sua consciência voltada para o seu mundo interior, para os seus pensamentos e sentimentos, sendo mais reflexivos e introspetivos.

Os extrovertidos possuem sua consciência voltada para o mundo exterior, para o ambiente e para as outras pessoas, desenvolvendo a sociabilidade. Podem afastar-se de seus processos internos e valorizar mais os pontos de vista e conceções alheios do que os próprios.

As funções psíquicas : Pensamento, Sentimento, Sensação, Intuição.
Elas podem ser experimentadas tanto de maneira extrovertida como introvertida, dependendo da atitude do indivíduo. A função que ocupa predominantemente a consciência de um indivíduo irá caracterizar a sua personalidade enquanto sua função oposta ficará no inconsciente. Espera-se que, com o desenvolvimento psíquico da pessoa, aos poucos ela vá tomando consciência e desenvolvendo a função que está mais inconsciente, equilibrando as 4 funções em sua personalidade, tornando-se assim uma pessoa mais flexível, com mais recursos, profundidade e com capacidade de ver os outros e as situações de diferentes maneiras.

Psicologia espiritual

MENSAGEM de 06/10

Não te entregues ao desânimo, vive com esperança, acredita que a Deus nada é impossível, Tu e Ele podem curar-te, e para isso basta acreditares na tua cura e ela acontecerá! Não te foques na tua dor, olha para a dor dos outros e um poder maior olhará pela tua. Verás que a tua mente não registará durante esse processo A DOR, porque ela sempre esteve focada NA CURA!  Para que isto aconteça tens que ter FÉ pura, Deus terá que sentir que és verdadeira...a tua coragem e a tua fé, serão o motor de todo o processo. CURA-TE.

Escrita por Marilia Masgalos

sábado, 4 de outubro de 2014

RELIGIÕES ANTES DE JESUS

 

 
A natureza tem proposto ao homem perguntas sobre o criador. Todos os povos, de alguma maneira, orientam-se para a descoberta de Deus. Os caminhos para essa descoberta podem variar bastante.
Os povos antigos adoravam como deuses o sol e a lua. Havia grupos que acreditavam num espírito para cada força da natureza: a chuva, o vento, os raios e o mar. Assim, os mistérios e as belezas da natureza falam e testemunham  o amor e o poder criador de Deus.
Criado por Deus e colocado para conviver com seus irmãos em meio a tanta beleza, o homem não se cansa de buscar no Criador as respostas mais profundas para o seu viver. Nessa busca incansável é que a humanidade começou a se organizar em torno de crenças comuns.
Surgiram assim, no decorrer da história, muitas religiões ou credos.

Vamos conhecer um pouco desses fatos para compreender como as pessoas expressavam sua religiosidade antes de Jesus Cristo. Como a humanidade começou a se organizar para prestar culto a seu Deus.

Sumérios: (4000 a.c.... 2000 a.c.)
Foram os primeiros a se organizar. Habitavam a região da Suméria, hoje Sul do Iraque. Acreditavam em vários deuses e viviam para prestar culto a eles. Com  as mesmas crenças surgiram os Babilônios: ( 1900 a.c. ... 1200 a.c)  e os  Assírios: (1200 a.c. ... 612 a.c).

Caldeus: (612 a.c. ...59 a.c.)
 Habitavam a Mesopotâmia. Adoravam diversas divindades e acreditavam que os deuses eram capazes de fazer tanto o bem quanto o mal. Cada cidade tinha um deus próprio. A divindade feminina mais importante  era  Ishtar, deusa da natureza e da fecundidade.

Egípcios: (3200 a.c....30 a.c.)
 Acreditavam numa vida após a morte e na imortalidade do faraó e o adoravam como deus. Prestavam cultos a Íris e Osíris. Este foi o culto mais popular do antigo Egito. Era uma religião repleta de simbolismos religiosos

Judaísmo: (sem data)
Surgiu com o povo hebreu, também conhecidos como israelitas e judeus.
 Foram os primeiros a afirmar sua fé num Deus único. Os hebreus acreditavam na vinda de um Salvador, o Messias. Deixaram um documento muito importante para a compreenção de sua história e suas crenças. A Bíblia.

Politeísmo: (1700 a.c. ... 30 a.c.)
Religião professada entre os gregos. Acreditavam num grande número de deuses com aspéctos humanos e que estes eram imortais. Vejamos alguns: Zeus, Hera, Atena, Afrodite, Hermes, Artemis, Apolo e Hefesto.
Os romanos também praticavam a religião entre os anos 10 a.c. a 14 d.c. Para eles, os doze grandes deuses de Roma correspondiam aos principais deuses gregos.

Islamismo: (570 a.c. ...632 d.c.)
Religião fundada por Maomé, que era considerado um grande profeta inspirado por Deus. Proclamava que
todos os homens eram iguais perante Alá (Deus). A palavra Islamismo significa submissão a Deus. Os adeptos do islamismo são os muçulmanos. A religião crê a aceita um só Deus,  prega a imortalidade da alma e tem seus preceitos morais e religiosos bem definidos no livro sagrado, o Alcorão.

Budismo: (560 a.c. )
Religião fundada na índia pelo príncipe Siddhartha Gautama, o Buda, que significa " o iluminado, aquele que acordou". Buda foi famoso por sua santidade e amor a todas as criaturas. Em vida, suas pregações e exemplos conquistaram muitos discípulos. Depois de sua morte, surgiram templos em sua honra e a religião que ensinava espalhou-se por grande parte da Ásia. No Japão, o budismo exerce grande influência na cultura nacional. A meditação budista tem chamado a atenção dos ocidentais desde a II Guerra Mundial.

Hinduísmo: (1000 a.c. )
Surgiu na Índia e não se sabe quem o idealizou. É uma religião politeísta. Para eles tudo é divindade, embora considere "Brahman" o primeiro e grande deus, do qual provém todos os deuses. Tem como máxima a teoria de que "viver é sofrer e deixar de viver é alcançar a paz eterna, no Nirvana" (céu).

Bramanismo: (sem data)
Surgiu como uma reação contra a clássica religiosidade do budismo.É uma religião mais requintada e procura as elites, que, por se manter no poder, julgam-se mais virtuosas.

Fonte: Texto retirado do livro "Sementes de participação

O encontro das almas gêmeas

 
 No livro Divine Complement ('Complemento Divino', ainda sem tradução para o português), a autora Ariadne Green conta que ao longo de vários anos conversando com casais, que reconheceu como almas gêmeas, encontrou similaridades na forma como eles haviam se conhecido. Foram estas primeiras sensações e impressões que fizeram com que estes casais se reconhecessem em meio à multidão... Algumas das características citadas por Ariadne em relação à estes relacionamentos são:

Opostos que se atraem: vocês se complementam justamente por suas diferenças. Suas personalidades são diferentes em vários aspetos. Se você tende a reagir de forma mais sensível e intuitiva, é provável que o seu parceiro ou  parceira seja mais racional e prático ao lidar com as próprias emoções. Talvez vocês trabalhem em áreas diferentes e tenham interesses por atividades distintas. Apesar destas diferenças superficiais, em um nível mais profundo vocês sentem que buscam as mesmas coisas.

Sua alma gêmea não é perfeita: quando você a conheceu, é provável que muitas das características que você julgava serem primordiais em um amor tenham ido por água à baixo. Apesar disso, você não se sentiu dececionado pelos 'defeitos' desta pessoa, mas sim, incrivelmente atraído.

Vocês foram apresentados por um amigo ou parente: neste tipo de relacionamento é comum que o primeiro contato tenha se dado a partir de um amigo ou familiar, que inocentemente apresentou vocês dois, sem saber que intimamente já havia se comprometido para colaborar com esta união.

Foi amor à primeira vista: a maioria destes casais relatam que não demorou mais do que cinco minutos para que sentissem a magia da sua conexão com o outro. A primeira vez que os seus olhares se encontraram você sentiu tamanha intensidade que foi difícil manter o contato, era como se pequenos choques percorressem o seu corpo.

A relação demorou para acontecer: é provável que vocês não tenham estabelecido uma relação desde o primeiro encontro. Desencontros, separações são comuns nestas relações. Às vezes são necessários muitos encontros até que a relação se torne sólida e estável.

Familiaridade: você sentiu desde o primeiro momento uma sensação de que já conhecia esta pessoa. Por se tratar de relações cármicas, vocês já viveram muitas vidas juntas e, portanto, conhecem-se intimamente. Esta sensação de sentir-se familiar e intimamente ligado ao outro, desde o primeiro encontro, pode ter parecido estranha e ter causado certa confusão.

CARTA A UM JOVEM VICIADO

 

 
Antes de mais nada, devo logo dizer-lhe que está faltando um ingrediente em sua receita de viver! Falta bom humor em sua sopa! E olhe que nem precisa ser muito esperto para ver isso. Basta olhar ao seu redor e ver quantos corações você já machucou com suas loucuras. Sua mãe, seu pai e seus irmãos já não sabem mais o que fazer para agradá-lo. Você criou uma couraça tão forte à sua volta que nem mesmo quem lhe ama consegue chegar até você.

As pessoas o olham de esguio e não sabem discernir o que sentem mais forte por você: pena, medo ou simplesmente raiva por alguém tão jovem ser tão burro. Algumas sabem discernir o que sentem e são mais diretas: simplesmente querem que você se ferre! Você já desperdiçou tantas chances que ninguém mais lhe dá crédito.

Você é muito nervosinho e dramático, mas não corre o risco de arranjar uma úlcera, pois pois você já é a própria. Corroeu o amor da família e dos amigos mais chegados. Brigou com tudo e com todos. E o pior é que você ainda se julga uma vítima. Sabe de uma coisa? Você não precisa comprar drogas, pois já transformou sua vida numa droga tão grande que nem sei como é que você ainda não teve uma overdose de si mesmo.

De vez em quando você diz que pretende se matar, mas eu conheço seu jogo: você quer mesmo é fazer chantagem emocional, pois assim consegue manipular muito bem as pessoas. E, além disso, já sei que você ouviu um palestrante espiritualista dizer que quem se mata, passa muito mal no "Astral". Posso dizer-lhe isso com muito mais cancha, e melhor, usando seu linguajar esperto: "quem se mata, sofre prá cacete!" E, na verdade, você já está se matando um pouquinho a cada dia, pois quem é nervosinho demais, ferra o próprio sistema nervoso a cada explosão emocional.

Nesse exato instante em que estou lhe escrevendo, sua mãe está chorando no quarto mais uma vez. Ela acabou de achar drogas em sua mochila pela enésima vez. Por que você não vai lá dar uma olhada? Garanto que os cabelos dela já embranqueceram mais um pouco.

Estou lhe escrevendo diretamente, mas minha intenção é mais ambiciosa: há muitos idiotas como você aí no mundo e eu pretendo que eles também leiam isso. Não sei se vai ajudá-los, mas estou fazendo meu papel e espero que a natureza faça o dela, isto é, que você e os outros do seu quilate sofram as conseqüências do desastre que impuserem a vocês mesmos.

Há muita gente desencarnada desejando um novo corpo físico para mourejarem novas oportunidades de aprendizado na Terra. Entretanto, gente como você desperdiça as chances que a vida apresenta como lições valiosas.

Atualmente, dois caminhos que levam à morte prematura se abrem à sua frente e eu nem preciso ser um espírito desencarnado para saber o que lhe acontecerá: Seu sistema nervoso explode ou a droga lhe leva.

Se você cair em uma destas coisas, devo avisá-lo que após a morte dois caminhos também se abrirão:

Você sofrerá muito, pois no Astral não existem drogas e leva tempo até o corpo espiritual se desintoxicar das energias densas geradas por elas. Garanto que você nunca pensou nisso, né? Se a própria ciência terrestre afirma que tudo é energia em graus variados de densidade, a droga é, também, um tipo de energia, porém de baixo nível, grossa e que cria sérias lesões no corpo espiritual do usuário. Os centros energéticos* de seu corpo espiritual podem ficar tão abalados com seu desequilíbrio emocional que o único remédio pode ser uma reencarnação purgativa para limpá-los. Para explicar-lhe isso, uso os ensinamentos do sábio mentor Ramatís, que diz o seguinte: "A reencarnação purgativa se faz necessária para drenar os fuidos perniciosos, aderidos na contextura espiritual do corpo astral, para o novo corpo físico, carregando então o espírito para dentro dos centros energéticos de seu ergástulo** terreno, os venenos psíquicos oriundos de seu descontrole espiritual." Voltando ao nosso papo, é assim que nasce mais um epiléptico na Terra. Das duas, uma: ou foi usuário de drogas,ou era nervosinho demais na última existência*** (ou melhor, inexistência).

Pois é isso meu chapa: sua vida na Terra é bem lamentosa, infelizmente não só para você, mas também para aqueles que o amam. Não sei se esses escritos lhe farão pensar (coisa que você não faz há muito tempo), mas, de qualquer maneira, é mais um toque que a vida está lhe dando.

Sou um cara desencarnado e já vi muita gente como você se dar muito mal aqui no Astral. Por isso, lhe digo: Saia desta enquanto é tempo, cara! Mostre que você é esperto e enfrente a porra desse vício. Pare de falar em suicídio e vá viver. Pratique algum esporte. Respeite seus pais, pois, de qualquer maneira, eles o ajudaram a crescer. Eles não são perfeitos (ninguém é!), mas o amam. Procure alguém ou alguma instituição que o ajude.

Por aqui, despeço-me

- Lareira -

VOCÊ PODE CONHECER DEUS

 

 
Existe um poder maior que nós  mesmos, que se manifesta igualmente dentro de todos nós e em todo o universo. A isto, eu  chamo Deus. Você sabe o que é conhecer Deus, ter Deus como seu guia constante, sentir a  constante presença de Deus?
Conhecer Deus é refletir amor em todas as pessoas, em toda a  criação.
Conhecer Deus é sentir paz interior, calma, serenidade e uma firmeza que lhe  permite enfrentar qualquer situação. Conhecer Deus é estar tão pleno de alegria que  esta transbordará e derramará bençãos no mundo.
Eu tenho apenas um desejo, fazer a  vontade de Deus, não há conflito algum.
Quando Deus me guia a fazer outras coisas, eu  também faço de boa vontade. ~
Se sou criticado pelo que eu faço, aceito isto de cabeça  erguida.
Se sou apreciada, imediatamente, transfiro a Deus o reconhecimento, pois sou  apenas um pequeno instrumento através do qual Deus faz suas obras.
Quando Deus me guia a  fazer algo, Ele me dá a força, Ele me dá os meios, Ele me mostra o caminho, Ele me dá  as palavras que devo pronunciar.
Seja o caminho fácil ou difícil, eu o percorro à luz  do amor, de paz e de alegria divina e eu dirijo-me a Deus com salmos de graças. Isto é  conhecer Deus.
E conhecer Deus não está reservado aos grandes, é para pessoas pequeninas  como eu e você. Deus está sempre em busca de você, cada um de vocês.
Você pode  encontrar Deus se apenas o busca, obedecendo às leis divinas, amando as pessoas,  renunciando a si, aos seus apegos, pensamentos e sentimentos negativos.
E quando você  encontrar Deus, será na quietude. Você encontrará Deus dentro de você.

USAR O NOSSO DOM COM AMOR

 

 

Por mais fantástico que seja seu dom, sem amor de nada vale.
Para Deus o coração e a motivação com que fazemos as coisas contam mais do que as próprias coisas feitas .
Além disso, o amor legitima o dom espiritual porque só por meio dele é que cumprimos o propósito e a finalidade pela qual os dons nos foram concedidos. 
O amor a Deus e ao próximo é que vai nos possibilitar usar o nosso dom espiritual para edificação do outro e não para o proveito próprio!
Portanto, aprenda de uma vez por todas que se você quiser agradar a Deus com seu serviço ou com seu dom espiritual faça-o com amor!

O amor é o “tempero” dos dons. Os dons espirituais quando usados sem o tempero do amor se tornam intragáveis. QUE Senhor nos ajude a caminhar por esse “caminho excelente, o caminho do Amor”.

Deus não se deixa enganar pela nossa performance, pelos nossos feitos, ele atenta para o coração.
 
Que o Senhor nos abençoe!