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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Está vivendo como Jesus viveu e ensinou?

 Está vivendo como Jesus viveu e ensinou?
A maneira como Jesus amou seus amigos e a paciência com que tratou seus inimigos, o tempo que Ele dedicava a oração,  o compromisso que tinha em obedecer o que estava nas escrituras e as ordens do Pai… tudo isso revela a religião de Jesus.

A Palavra religião vem do latim do termo reliquir, que significa religar. Todas as religiões, apesar das divergências entre elas, todas convergem para um mesmo ponto, todas possuem o mesmo objetivo, que é o de fazer a religação de cada alma, com Deus.
A causa principal da existência de cada religião reside no substrato do ego de seu fundar. Devido ao ego, nasce as diversidades de entendimento, a multiplicidade de compreensões. 

Só há uma verdade e uma religião totalmente verdadeira, que é a religião do amor, da Boa Nova. Sendo assim as demais religiões ficam sobrando, pois sua existência se deve a vontade de homens e não de Deus. Devido a isto foi que Jesus não quis fundar nenhuma religião.

Jesus fora fiel à sua missão de trazer ao mundo as Boas-Novas, nunca quis fundar nenhuma nova religião e também nunca se filiou ou tornou membro das que existiam.
A palavra Cristo significa consciência e consciência é amor.

 Jesus ao invés de pregar religiões comerciais como as de hoje, ele pregou o amor e a paz entre os homens.

Portanto religião é uma invenção do homem baseada em doutrinas, dogmas pensamentos de Jesus, de Alan Kardec, Buda, de Samael Aun Weor, etc.

Uma das funções da Boa Nova (Religião de Jesus) era a de elevar o homem do mundo da crença ao universo da fé. Se existisse uma religião hoje em dia que fizesse isto, ela seria de fato cristã.

 A crença é o ponto de partida e a fé é o ponto de chegada.

 A crença é importante como meio, como meio para se atingir um fim. Mas não serve com fim em si próprio. Na prática a maioria dos crentes contradizem a sua crença. Eles creem firmemente que ao morrer encontrarão com o Divino, com Deus, mas ninguém quer morrer.
A fé é o conhecimento, é o procedimento, é o modus operandis de dominar o fenômeno, o fato, o acontecimento, etc. Por isto o Juiz, que representa a consciência, ao assinar alguma coisa, ele diz, isto eu conheço, isto eu dou fé.
Jesus andou sobre as águas porque ele tinha fé, isto é, ele tinha o conhecimento de como dominar o fenómeno de colocar o seu corpo tridimensional na quarta dimensão. 
Os apóstolos tiveram dificuldades de fazer o mesmo, tiveram que ser ajudados pelo Mestre, pois ainda não detinham o grau de fé suficiente.

Jesus Cristo, por meio de sua Boa Nova, teve o propósito de unir a humanidade, porém as enumeras religiões separam-na.

Jesus Cristo não quisera fundar uma religião porque ele sabia que no futuro muitas religiões iriam usar muitos procedimentos, que não seriam adequados aos reais seguidores de Jesus tais como guerras, perseguições, matanças, exercício de política partidária, cobrança de sacramentos e outras coisas que não seriam aprovados por Ele.
A prova maior que Jesus não quisera fundar uma religião é que Ele não era muito chegado, não se identificava com igrejas. Ele ia poucas vezes a elas e escolheu, para ensinar a Boa Nova, os campos, o mar, as montanhas, etc. ao invés de templos construídos por mãos de homens.

Todas as religiões fundadas após Ele representam uma falta de entendimento dos seus reais ensinamentos. Elas trouxeram em seu bojo um desvio das ideias de Jesus Cristo, de suas intenções originais.

http://www.agsaw.com.br/tema82.htm