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sábado, 10 de outubro de 2015

“O ser humano foi criado desde o início para ser uno, através do casamento”.

Deus não une um homem a uma mulher para que façam sexo, mas sim, para que evoluam espiritualmente. Todo ser humano possui uma alma gêmea e precisa encontrá-la para que sua existência seja completa. O homem pode se relacionar com 1.000 mulheres, mas somente sua alma gêmea lhe fará verdadeiramente feliz no amor.

Nidai-Sama escreveu:



 “O ser humano foi criado desde o início para ser uno, através do casamento”. 

Quando crescemos, essa outra metade cresce em outro lugar, e, com a chegada do momento, ocorre a aproximação pela permissão do mundo Divino (...). No paraíso, o casal não são duas pessoas, mas sim uma unidade. Isso porque, classificando a atuação da alma humana, temos a coragem, a inteligência, o amor e a afeição.
No “Koten Kojiki”(livro antigo do Japão), também há uma explicação segundo o qual a alma é dividida em quatro atuações. O homem tem como principais características a coragem e a inteligência, como características secundárias, o amor e a afeição. Já a mulher é oposto, de modo que o homem e a mulher são uma combinação de elementos opostos. Por isso, normalmente o homem, é racional e a mulher é sentimental.
Assim o homem e a mulher que apresentem combinações espirituais opostos do mesmo nível, unem-se no tempo certo. Os Céus permitem a união para que eles possam atuar como um único ser perfeito. 
Na contagem dos habitantes do Paraíso, o casal é considerado uma só pessoa (...) mesmo que os cônjuges tenham fisionomias diferentes, quando observamos detalhadamente, descobrimos alguns pontos em comum entre eles, devido ao convívio. 
Isso acontece porque a aura e o sentimento de ambos estão em constante inter-relacionamento, e mesmo que haja diferença de personalidade, após longo tempo de convivência, as personalidades se equiparam, sendo que o que está em nível mais baixo se eleva para se alcançar o que está mais elevado, e os sentimentos acabam tornando-se semelhantes.
No antigo Egito, conta-se uma lenda que o homem egípcio só se casava com a mulher que completava a sua personalidade, para ajudá-lo a cumprir sua missão. Por exemplo, se um homem desejava ser guerreiro, mas se fosse medroso, procurava uma mulher que tivesse coragem, para que, através do convívio aprender a captar a coragem dela.
Os egípcios também acreditam que, através das relações sexuais, os espíritos das coisas se fundiam e trocavam energia, podendo assim, um captar a essência ou característica que queria do outro, para completar sua personalidade e evoluir.
Por isso, os homens egípcios só faziam sexo com mulheres de valor interior ou algumas características divinas.
Assim, quando duas pessoas unem as quatro atuações, torna-se possível viver plenamente, pois o amor é inteligência, a coragem e a afeição se desenvolvem em cada um deles, ou quando um tiver medo de atuar, a coragem do outro vai funcionar. Um capta do outro a característica que o completa através da convivência. 
Portanto, se um homem ou uma mulher quiserem viver sozinhos, ocorrerá um desfalque de alguma característica divina da alma. Mas, de modo geral, homem e mulher precisam se casar.
Se no antigo Egito, o casamento era considerado algo sublime, hoje em dia os casamentos estão sendo feitos de modo irresponsável e muito instintivos. Não se aguarda o tempo certo.
Quando sentem uma atração mútua, o homem e a mulher querem se casar, mas eles não formam um verdadeiro casal de almas gêmeas. 

Para um homem se casar, ele precisa realmente ter certeza que a amada é a mulher da sua vida, procurando conhecê-la o máximo possível e principalmente amar o seu interior, ou seja, ver nela as características que completam a sua alma. E a mulher deve tomar o mesmo procedimento. 
Não podemos, em hipótese alguma, acharmos que nossa felicidade na terra e na vida, depende de sua ama
da(o) nos fazer feliz.